A. Fraga Funchal está a perder a fama de ser uma cidade limpa. Ultimamente, tem-se visto as ruas cada vez mais sujas e tem-se notado cada vez mais a ausência de acção camarária a nível da limpeza básica das ruas. Ruas das Queimadas, Ruas circundantes à Sé, Rua F. Ornelas e circundantes ao Mercado, é de uma porcaria tal que envergonha qualquer madeirense orgulhoso da sua cidade (supostamente) limpa.

Quando antes se viam os varredores limpar “a eito”, agora apenas varrem 1 em cada 20 beatas de cigarros adiando a limpeza fictícia para o carro bomba que passa de mês a mês, ou mais! Que vergonha, ao ponto que se chegou!

Por exemplo, e sem ter absolutamente nada contra a pessoa, coitado, existe um varredor que padece de visão muito reduzida ou quase nula, que está encarregado de varrer as ruas desde a zona da Câmara, até mais ou menos a Rua J. Tavira. Infelizmente, essas ruas estão constantemente sujas, cheias de terra, areia, cigarros, poeira, baratas, etc. Só se vislumbra alguma limpeza graças aos comerciantes que se dignam a limpar a sua frente de loja, sem contar com os mal-educados que varrem para a frente da loja do vizinho do lado, que os há e muitos!

Já o estado da calçada está vergonhoso em toda a cidade, sem falar nos buracos e remendos mal feitos, há imensas zonas onde a calçada branca está PRETA de tão suja que está. Por que razão a Câmara não limpa a calçada? Não entendo... Só se preocupam com os eventos culturais e artísticos? Que eu saiba, a calçada portuguesa é um assunto cultural...

Sem querer me alongar, também gostaria de alertar as entidades competentes para o problema dos ratos e baratas. Será que é um problema sem solução? Tem-se visto letreiros com menção ao combate a praga de ratos, mas resultados nem vê-los, ainda. Tem-se visto mais ratos do que se viam antes. Terá alguma coisa a ver com o programa de combate? E quanto às baratas meus Srs.? Nada a fazer? Isto é uma loucura de baratas, parece um país de 3º mundo ou uma cidade com milhões de habitantes. São baratas aos montes, uma praga imensa deixada ao abandono, cujo combate está remetido aos comerciantes, que por muito que paguem aos exterminadores, não há nada a fazer. São aos montes!

Enfim, até podem não conseguir resolver os problemas, mas tentem. Tentem a sério.