KAAL Os votos através da internet devem ter sido feito por muitas pessoas que nunca visitaram a ilha. Fala-se que o grande empurrão nesses votos foram dados pelos fans de Cristiano Ronaldo que tem no mundo inteiro que se divertem a brincar nos computadores sem saberem jogar ao futebol com as regras bases sem confrontos físicos desproporcionados como no meu tempo em que joguei no liceu e seguia os jogos do meu Marítimo em que os jogadores recebiam só algumas centenas de escudos e para melhorar a vida tinham outros empregos como nas empresas de meu pai: cinema e hotel, e que agora entra na indústria hoteleira pela mão de Dioniso Pestana precisando de mais promoção da ilha de qualquer maneira.
Vamos para a realidade daqueles não são cegos, nem brincalhões com coisas sérias, nem influenciados por amizades, por padrinhos, por influências de conhecidos...
Damos uma volta pela cidade, e confirmamos como foi feita a eleição deste prémio ao depararmo-nos com ruas cheias de buracos obrigando os carros e os transeuntes a andarem aos saltos, especialmente à volta do Museu das Cruzes, rua da Levada de St. Luzia procurada muito pelos turistas quando visitam a Quinta Palmeira, varias ruas de acesso aos hotéis. As ruas são remendadas mas com tal perfeição que meses depois estão na mesma depois de intensa circulação e chuvas. Para além deste problema temos os lixos espalhados pela cidade, exemplo no jardim Municipal apesar de haver limpeza, há um bando de velhos que joga tudo para o chão com caixotes ao lado e ninguém lhes diz nada. Ainda temos carros parados nas linhas amarelas, nas paragens de autocarro, nos passeios, outros estacionados em curvas fechadas sobre passeiros, dificultando o trânsito aos peões incluindo turistas que são obrigados para se deslocarem de correr o RISCO de serem atropelados.
Outra situação caricata foi exposta por um guia interprete oficial num artigo num jornal em que a cidade não tem estacionamentos para os autocarros de turismo obrigando os turistas quando visitam o mercado, os museus, etc. a terem que esperar por eles pois têm de ir para fora do centro estacionar e levam tempo a virem recorrer os turistas ficando estes a olhar para anteontem...
Outro aspecto da beleza da ilha são as quantidades de lojas que deviam ser de “souvenirs”, em que a maior parte da mercadoria vem de origens asiáticas, sem nada a ver com artigos regionais e que eram genuínos da ilha ou de Portugal, encontrando-se até expostos no exterior das lojas sexos masculinos em madeira como foi apresentado por um orador numa palestra, e que nada têm a ver com o artesanato das Caldas da Rainha.
Outra das atracções são os concertos ao ar livre junto a hotéis como o Hotel Casino Park e outros até altas horas da madrugada impedindo grande parte dos nossos visitantes de certa idade e não interessados em discotecas de descansarem.
Na gastronomia vê-se a maioria dos restaurantes com pratos que NADA têm a ver com os típicos da Madeira que eram regalo dos nossos visitantes. Exemplo vê-se em quase todos os restaurantes 2/3 pratos de peixe-espada confeccionados todos da mesma maneira: espada com banana, espada com maracujá, quando Há 30/40 anos havia 7/8 maneiras de cozinhar o peixe-espada sem os cozinheiros terem cursos especiais em escolas. Nessa altura os cozinheiros eram formados nos próprios hotéis pelos mais velhos e pela prática, e tinham mérito pois vários foram trabalhar no Verão baixa estação na ilha par a Inglaterra especialmente nas ilhas do canal da Mancha.
Aonde estão a espada à camarão, espada com molho de tomate, espada no forno, etc. e a sopa de peixe, e a caldeirada, a cavala com molho de vilão, etc. O que resta ainda é a espetada, o bife de atum, carne de vinho e alhos.
Turistas e não só ao passearem no centro do Funchal são assediados por bandos de vendedores de ‘time sharing’, excursões de táxi, de autocarro, tuk-tuk, etc. que os ATACAM e os chateiam, fazem parte ods motivos aos votos para a melhor ilha do mundo?
São os passeios cheios de cadeiras e mesas pela invasão de cafés, restaurantes e bares que obrigam os visitantes terem de fazerem cordões para passarem e serem atacados pelos seus empregados algumas vezes com empurrões para consumirem incluindo ponchas de maracujá, laranja e outras misturas o que me leva em algumas situações a perguntar se não têm poncha de leite de boi!