A actriz conhecida pelas telenovelas, uma das quais gravada na Madeira, está a partir de hoje no Funchal, com a peça a ‘Mãe Biológica de Marilyn Monroe’, onde contracena com Maria Emília Correia, e Sara Salgado, e que estará em cena no Centro de Congresso das Madeira até sábado, com uma sessão às 21h30. Trata-se de uma nova parceria entre a Yellow Star Company e o DIÁRIO, que já trouxe à Madeira espectáculos como ‘Aladino e a Lâmpada Mágica’, ‘Alice no País das Maravilhas’, ‘Allo Allo’, ‘Boeing Boeing’, ‘A Bela e o Monstro’.

Núria Madruga não esconde tratar-se de um regresso muito esperado e especial com uma personagem icónica. “Acabou por correr bem apesar dos muitos nervos. Já não fazia teatro há mais de seis anos”, disse na noite de estreia em Lisboa. “Estava muito ansiosa. Era uma grande responsabilidade, com muito texto para decorar e muitas emoções à mistura. Mas, não podia recusar este convite porque é um grande desafio”, afirmou a actriz e mãe de gémeos que agora brilha na ‘Impostora’, na TVI.

Muito entusiasmada com o regresso à Madeira e ansiosa pela gastronomia insular, a actriz deixa, numa breve conversa com o DIÁRIO, um convite a que os madeirenses não fiquem em casa. “Todos devemos apoiar o teatro português” , ressalva.

Como foi a resposta do público a esta peça? Tivemos um feedback muito positivo, principalmente porque o público sai muito surpreendido da peça. À partida acham que vão apenas ver uma peça sobre a mãe da Marilyn e a própria e o texto vai muito além disso. Há momentos emotivos, de surpresa e comicidade o que torna a peça muito interessante para o públicco.

Foi difícil representarsta personagem tão incnica? Este regresso foi sem dúvida de muitos nervos. Esta personagem foi um grande desafio, o que aumentou a responsabilidade.

Tem corrido muito bem, estou muito feliz por fazer parte deste projecto.

É a a primeira vez que faz teatro na Madeira? O que espera?A primeira vez a fazer teatro sim. Espero um público muito calorosoo.

Mas não é uma estreia em trabalho.... Alguma história a partilhar? Já estive durante um ano no Funchal a gravar a novela Flor do Mar da TVI e foi uma experiência fantástica. São pessoas que recebem muito bem, têm um clima fantástico e uma gastronomia óptima.

A peça já esteve em cena em Lisboa. Houve alguma situação mais caricata em palco? Já houve algumas sim, felizmente temos um grupo de trabalho muito bem disposto. Fazer teatro tem esta magia, todos os dias são diferentes. Os mais engraçados são os ataques de riso que temos de disfarçar, a personagem da Maria Emília Correia tem momentos muito cómicos.

Que convite faz ao público madeirense. Porque é que devem ir ver esta Marilyn? Acima de tudo todos devemos contribuir para a cultura e apoiar o teatro português, os projectos de teatro são sempre feitos com muito amor e dedicação. A produtora Yellow Star Company muito tem contribuído para isso e nesta peça temos também uma mais valia, um texto de um autor português, Armando Nascimento Costa. Esperamo-vos lá e tenho a certeza que se vão surpreender e passar um bom momento.