Seguindo a estratégia das sessões anteriores de discussão do orçamento, Victor Freitas fez questão de referir todas as “obras de António Costa na Região”, neste caso as que integram o orçamento da Secretaria Regional do Ambiente e Recursos Naturais.

Uma lista longa, com recuperação de infra-estruturas e outras obras de beneficiação que serviram para estabelecer um paralelo com a relação entre o governo regional e a Câmara do Funchal.

“Quando o dr. Miguel Albuquerque era presidente da CMF, recebia 6,5 milhões de euros em contratos-programa e queixava-se de discriminação pelo dr. Alberto João Jardim. Porque é que agora dá zero em contratos-programa ao Funchal”, pergunta.

Victor Freitas acusa Albuquerque de “fazer a Paulo Cafôfo o que Jardim nunca lhe fez”. “Isto chama-se perseguição política”, conclui.