É nesta altura que se começam a comprar as prendinhas de Natal!
À semelhança do que já fiz algumas vezes, em anos anteriores, venho por este meio dedicar algumas obras de referência, com o único e singelo intuito de proporcionar aos visados um Santo e Feliz Natal.
Naturalmente que muitas outras personalidades seriam merecedoras dum presente, mas os constrangimentos de espaço impedem-me de ir mais além.
Para Miguel Albuquerque – “O Pagador de Promessas”, de Dias Gomes;
para Sérgio Marques – “A Última Muralha”, de Jesús Sánchez Adalid;
para Rubina Leal – “Vejo-te em Todo o Lado”, de Júlia Glass;
para Humberto Vasconcelos – “Planeamento Estratégico - Guia para o sucesso”, de João M. S. Carvalho;
para Eduardo Jesus – “Viagem Proibida”, de Rosana Rios;
para Rui Gonçalves - “O Natal do Sr. Scrooge”, Charles Darwin;
para Faria Nunes – “Isto Não e para Mim”, de Max Lucado;
para Susana Prada - “A Rapariga Apanhada na Teia de Aranha”, de David Lagercrantz;
para Jorge Carvalho - “Hoje não vou à escola!”, de Eduardo Sá;
para Carlos Pereira (PS) – “O Pensageiro Frequente”, de Mia Couto;
para António Lopes da Fonseca – “O Construtor de Pontes”, de Mariana Bettencourt;
para Edgar Silva – “Jamais o Inexistente Sorriso”, de Olivia Maia;
para Roberto Almada – “Catarina, a Grande”, de Silvia Miguens;
para Rui Barreto – “Não Tenha Medo de Ser Chefe”, de Bruce Tulgan;
para Paulo Cafofo - “Uma Chuvada na Careca”, de Alexandre Honrado;
para Raquel Coelho – “O Livro do Pai Chato”, Raphael Vidal;
para Gil Canha – “Contra Tudo e Contra Todos”, de Raul Drewnick;
para Carlos Pereira (CSM) - “Areias Movediças”, de Emily Rodda
para Rui Alves – “Cem Bilhões de Neurônios”, Roberto Lent;
para António Costa - “Amores altamente perigosos”, de Walter Riso;
para Catarina Martins – “De Aspirante a Almirante”, de Arthur Silveira da Motta;
para Mariana Mortágua - “Quando Roubar um Banco”, de Steven D. Levitt e Stephen J. Dubner;
para Arménio Carlos e Mário Nogueira – “Desaparecidos em combate”, de Miguel A. Prieto;
para Mário Centeno – “Do querer ao ter há muita conta a fazer”, de Maria da Conceição Vicente;
para Jerónimo de Sousa – “De Olhos Fechados” de Eve Berlin;
para Jorge Jesus – “Espanhol Para Totós”, de Susana Wald;
para Marcelo Rebelo de Sousa – Não vale a pena, já os leu todos...
e finalmente, aos que teimam em preservar a qualquer custo o seu ridículo pedacinho de poder, infernizando a vida aos outros o mais que podem, dedico o livro “O Guardador de Retretes”, de Pedro Barbosa.
Boas Leituras e Boas Festas!!!