O PCP realizou, ao longo do dia de hoje, uma acção de contacto com os trabalhadores, para apresentar as suas propostas, de aumento do Salário Mínimo Nacional para os 600€, já em Janeiro de 2017, e da existência de um acréscimo de 7,5% no Salário Mínimo Nacional a praticar na Região.
“O Salário Mínimo Nacional praticado em Portugal continua a ser dos mais baixo da zona Euro”, acusam os comunistas, que reralçaram, através de comunicado que “ao longo dos últimos 40 anos os sucessivos governos, PS, PSD, com ou sem CDS, optaram por uma política de baixos salários, que condenou os trabalhadores e o povo ao desemprego, à pobreza, à exclusão social, aos baixos rendimentos e à emigração”.
“A opção de manter o Salário Mínimo Nacional com valores extremamente baixos, tem reflexo profundo na generalidade das condições remuneratórias dos trabalhadores. Para além de Portugal ser um dos Países com o Salário Mínimos Nacionais mais baixos da zona Euro é o País em que a sua actualização foi mais lenta, tão lenta que durante a governação PSD/CDS cresceu abaixo do valor da inflação”, aponta o PCP, explicando que “a realidade demonstra que não é através dos baixos salários que desenvolve-se o País e que se melhora as condições de vida dos trabalhadores e do povo”. “É necessário uma mais justa distribuição da riqueza, e é por isso que o PCP defende o aumento do Salário Mínimo Nacional para os 600€ já em Janeiro de 2017”, defende.
Na Região, tendo em conta a realidade económica e social, os comunistas defendem “a existência de um acréscimo ao salário mínimo de 7,5% a praticar na região”. “Actualmente já existe um acréscimo de 2%, mas que é insuficiente para fazer face aos custos de insularidade”.
