O líder do PDR na Madeira manteve contactos com os motoristas de pesados para conhecer os principais problemas da classe. Filipe Rebelo emitiu um comunicado em que contesta a disparidade dos ordenados praticados entre os trabalhadores de Portugal Continental, Região Autónoma dos Açores e Região Autónoma da Madeira.
“No caso concreto dos motoristas de pesados da Madeira, um trabalhador que conduza um meio carro, um atrelado com grua, ou sem grua, ou um carro de transporte de matérias perigosas, o seu ordenado é sempre o mesmo”, afirma. O dirigente do PDR considera “injusto” que os motoristas não sejam pagos consoante a sua categoria.
“O PDR-Madeira quer que os madeirenses sejam tratados como todos os portugueses e que as remunerações sejam de acordo as funções que executam”, afirma.
