Duarte Pereira Visto ser muito difícil entrar em contacto com o Senhor Presidente, esta é a única via que me resta.

Venho expor-lhe tanto uma preocupação que penso ser da vossa tutela, pois se não é façam chegar aos responsáveis esta questão.

A vossa campanha pela mobilidade na cidade do Funchal está muito aquém das espectativas, só vemos alterações para os parques de motas, e somente alterações para motas, até certo ponto ajusta-se, mas nos dias de hoje está totalmente exagerado.

Já que falam tanto na mobilidade, para quando é que vão tomar a iniciativa de rebaixar os acessos das passadeiras? Convido-lhe que venha a zona do Lido, uma zona altamente turística e constatar com a realidade e até abordar os turistas e pessoas locais para as dificuldades que é andar por esses passeios. Para descer ou subir uma passadeira é uma verdadeira aventura, quer quem tenha cadeira de rodas manual, eléctrica, carros de bebés, scooter eléctricas de mobilidade, etc… penso que não custa nada corrigir as rampas de acesso e torna-las mais circuláveis para essas pessoas, ficamos todos a ganhar e o mais sustento desta ilha, que é o turismo também agradece. Ainda hoje vi um casal de turistas a ter dificuldades em descer para atravessar uma passadeira e em subir para voltar ao passeio pedonal, tudo por os acessos são autênticas lombas. Esse mesmo casal de turistas, hospedados no Hotel Porto Mare Residence que tinha alugado a scooter de mobilidade reduzida por alguns dias, fez a sua devolução passados 2 dias, pois não os acessos eram terríveis e dificultava imenso a sua circulação, a única opção que tinham eram andar directamente na faixa rodoviária, o que de segurança não tem nada. Eles próprios comentaram o porque de tanto atraso nestas soluções numa ilha fantástica e altamente turística?

Penso que fica aqui um alerta, já anunciado por muitas pessoas e que em nada tem bonificado a imagem do Funchal. É muito mais importante estas modificações do que fechar as estradas na zona turística no dia 31/01 por causa da Mini, Meia e Maratona, pois esse fecho de estrada também penaliza severamente o turismo e de quem dele depende.