Gil Antonio de Freitas Talvez dentro em pouco tenhamos novidade nas farmácias. Segundo declarações da ministra da justiça, a um órgão de informação (TSF) a Srª ministra defende venda de “estupefacientes leves” (droga) nas farmácias e também reforça, esboçando que seria uma mais-valia para o Estado e para os cidadãos. Uma mais-valia para os cidadãos não será de certeza: para o Estado talvez. Quando um elemento do governo que tem responsabilidades a nível da justiça e invoca essas infelizes declarações é caso para dizer que estamos num país de corrupção autêntica. Quando coloca a questão de estar preocupada com os lucros que Portugal venha a beneficiar nessa matéria, é pouco ou nada sensibilizada para as questões do foro psíquico dos consumidores. A Srª ministra lança uma grande guerra, quer no concerne ao consumo de drogas leves, quer no que toca ao Estado. No Estado, porque acha que vinha a beneficiar o défice em que o País esta mergulhado e não há forma alguma de se erguer. Se assim o for não vão faltar traficantes, ou seja, vão se multiplicar e as policias vão ter enormes dificuldades em os controlar, porque Portugal assim o facilita. Senão reparem um indivíduo que pretenda se iniciar nessas ditas drogas, tem efectivamente o caminho livre ou seja vai se injectar a seu belo prazer porque de facto tem liberdade para o fazer e passa a ser digamos um usuário crónico. Quero com isto dizer que os usuários passam a fase seguinte, que é entrar nas drogas pesadas ou ilícitas. Porque as ditas leves já não estão a surtir o efeito desejado e pelo esse facto vai passar a ser um usuário assíduo e depois quem é que os controla nem o próprio consegue se distanciar do seu infortúnio levando-o com isso à marginalidade, ao roubo à desordem etc... e vejam só o que a Srª ministra pretende para Portugal nem se livraria da divida do País, pelo o contrário ainda a agravaria mais, e onde existiria estabelecimentos prisionais para tanta criminalidade. Quero ter em conta que isto não passa de um ponto de vista pessoal. Ainda há dias o Primeiro Ministro interrogado por uma equipa de jornalistas, afirmaria que isto é um ponto de vista meramente da srª ministra. Será?!