Manuel António Marinho Cobrar dez cêntimos por cada saco plástico, nos surpermecados agora aqui na região autónoma da Madeira, sim porque esta medida já está aplicada no continente Português já lá aos uns seis anos atrás principalmente nos surpermecados do grupo Jerónimo Martins. Talvez com esta medida contribua para salvar o ambiente, onde muito se tem falado nesta última semana. Mas grande medida ecológica já tinha sido em fazer com que os portugueses não tivessem dinheiro para comprar tudo aquilo que que depois se transporta no tal saco plástico. Enfim uma medida exagerada Ao longo dos últimos anos os portugueses têm sido mesmo muito amigos do ambiente. Tendo o seu poder de compra sido mesmo muito baixo. Mesmo assim à quem não exite em ir às compras. Há quem tenha acumulado sacos de plástico, no tempo em que estes eram gratuitos, possui uma pequena fortuna. Sacos que, não valiam nada, de um dia para o outro passaram, a valer mais e muito dinheiro… mais do que uma acção do BANIF. Estas valem 00.08€ ou seja nem um cêntimo. Muitas pessoas como eu afeiçoam-se a coisas como o saco plástico e depois têm a dificuldade em lidar com a perda. Uma medida que abale o regular usufruto do saco plástico é corte nas pensões nos salários no poder de compra. Refiro-me por exemplo a pessoas como eu que guardam todas as bugigangas, que ao fim de um tempo tem o seu devido valor mas também ao fim de um tempo vai para a reciclagem. Por menos, à duas vezes no ano que se arruma totalmente a casa e vai-se deitando fora tudo aquilo que não interessa... nestes últimos anos foi deitando sacos fora ou seja lixo que hoje teria uma pequena fortuna, se não fosse na cantiga de muita gente, ou seja das pessoas que ditaram esta lei do saco plástico, imposto sobre o saco. Deve consolar-nos, o facto de estas pessoas não como eu, terem guardado tantos sacos, ao longo do tempo de uma vida, que só terão de pagar 10 cêntimos por um saco em 2025 ou seja daqui a deza anos. Quando eu, era pequeno a minha avozinha, e a minha mãe levava o seu próprio saco para ir às compras isto na época de 70/80. Na minha zona que era do Douro Litoral as pessoas não chamavam de sacos, estes mudam de nome e de género e passam a ser sacas.regressamos agora ao tempo em que vai de saco para o supermecado. Curiosamente, em alguns aspectos o mundo foi mudando de volta para aquilo que a minha avó e minha mãe achava que o mundo deveria de ser. Há dia s ouvia dizer que os Madeirenses andavam tristes, e é verdade quando aqui cheguei era um povo alegre, e cheio de algumas leis e recompensas que existiam no velho continente, agora só falta mesmo cobrar nas consultas que fazemos ao centro de saúde ou seja o imposto… porque do hospital também já está… afinal o que nós temos de gratuito nesta Ilha que afinal não tem todas condições como no continente, por isso cada vez mais vemos Madeirenses de cabeça para baixo Fuigi Logo!!!! Espero sinceramente que o mundo passe a fazer as novas vontades e que as pessoas sejam mais humildes e que sejam mais dadas umas às outras. Se o mundo se transformar e como a minha achava que deveria de ser... daqui a pouco vou ter que fazer como a minha avó levantar-me às quatro horas da manhã para ir trabalhar no campo a plantar, couves e semilhas (batatas). Mas já chega a que seguir o exemplo da saca e agora já há sacos suficientes para por o lixo... continua achar que esta do saco é um exagero, 10 cêntimos. Senhores governantes da Madeira ponham a mão consciência, este povo já paga as coisas mais caras em relação a outros lados tomem mesmo grandes medida e não de deixem influenciar pela União Europeia, assim vão dar cabo de uma Ilha!!???