José Carlos Jardim Ferreira Venho, por este meio, pedir a colaboração para que, antes do Natal, se tirem os Sem Abrigo das ruas da NOSSA Cidade.
Temos cada vez mais jovens a viver nas ruas e com idades cada vez mais baixas.
Não têm trabalho. Vivem na rua, normalmente em grupos, como forma de se protegerem, porque os solitários são assaltados e roubados.
Muitos deles, para suportarem essa vida, drogam-se com produtos adulterados e embebedam-se com vinhos degradados, o que lhes está a afectar o juízo.
Muitos deles apresentam claros sinais de deficiências mentais.
Algumas das raparigas prostituem-se, bem como alguns dos rapazes, por 5 € o acto sexual.
Alguns dedicam-se a roubar telemóveis e dinheiro de merendas a outros jovens e a crianças (alguns de vós com certeza já tiveram filhos ou netos assaltados e não fizeram queixa com medo das represálias).
Outros estão já no negócio da droga como “passadores”.
Muitos dos mais velhos apresentam sinais claros de demência avançada.
Por isso solicito, não só a quem de direito mas a vós todos, cidadãos desta maravilhosa cidade do Funchal, que se empenhem na resolução deste vergonhoso e inquietante problema.
PRECISAMOS tirá-los das ruas ANTES do NATAL.
Muitos de nós somos Cristãos e, como tal, prestaremos contas a Deus, não só pelo que fizemos mas, também, pelo que deixamos de fazer…
“Naquele tempo disse Jesus aos Seus discípulos: Quando o Filho do Homem vier em sua Glória, acompanhado de todos os seus Anjos, há-de sentar-se no Trono da Glória. Perante Ele vão reunir-se todos os povos e Ele separará as pessoas umas das outras, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos. Á Sua direita porá as ovelhas e à esquerda os cabritos. O Rei dirá, então, aos da Sua direita: “Vinde, benditos de Meu Pai! Recebei em herança o Reino que vos está preparado desde o princípio do Mundo. Porque tive fome e Me destes de comer, tive sede e Me destes de beber, era peregrino e Me recolhestes, estava nu e me vestistes, estava doente e Me visitastes, estive na prisão e fostes ter Comigo. Então os Justos vão responder-lhe: Senhor quando foi que Te vimos com fome e Te demos de comer, com sede e Te demos de beber?
... E o Rei responderá: Em verdade Vos digo: Sempre que fizestes isto a um destes meus irmãos a Mim o fizestes. Mateus 25.
Jesus Cristo deixou-nos um MANDAMENTO NOVO: Que vos ameis uns aos outros como Eu vos amei. Por isso reconhecerão que sois Meus discípulos, se vos amardes uns aos outros como Eu vos amei. João 13
NÃO se pode amar a DEUS sem amar o próximo e todas as criaturas pois todos somos IRMÃOS EM CRISTO SENHOR. E o Julgamento Final será feito com base nas palavras registadas por Mateus.
Um dos piores males do nosso tempo, além da MALDADE, que alastra cada vez mais, é a INDIFERENÇA. É ela que está a MATAR a nossa Civilização e será ela a destruir-nos.
Os maus só fazem o que fazem porque os BONS não fazem nada…
Para todos uma pequena história: Um escritor que morava junto a uma praia passeava todas as manhãs à beira-mar em busca de inspiração. Um dia, passeando pela praia, viu um pequeno vulto que parecia dançar. Foi ao encontro desse vulto e, ao aproximar-se, viu um menino que pegava as estrelas do mar na areia e, uma por uma, jogava-as de volta para o mar. Porque faz isso? perguntou o escritor. Você não vê? Disse o menino, a maré está baixando e as estrelas do mar, com o Sol abrasador, vão morrer. Meu jovem, respondeu o escritor, a praia tem muitos quilómetros de comprimento e há dezenas de milhares de estrelas do mar espalhadas até onde a vista alcança e vovê joga apenas algumas delas de volta para o Oceano, que diferença faz?! A criança pegou em mais uma estrela do mar, jogou-a de volta ao mar e olhando o escritor, olhos nos olhos disse: Para essa, eu fiz a diferença. Desde esse dia, as pessoas que passam nessa praia surpeendem-se vendo, todos os dias, um menino e um velho escritor correndo como loucos pela praia, apanhando estrelas do mar da areia e jogando-as de volta para o Oceano...
SE O QUISERMOS VERDADEIRAMENTE encontraremos uma solução.
E, para não me estender mais, por aqui me fico.
Peço-vos perdão por vos chamar a atenção para este problema não sendo melhor que ninguém.
Um palerma que pensa que pode mudar alguma coisa. Um tolo que ainda acredita em milagres. Ou, mais simplesmente: