Gil António de Freitas Decorreu quinta feira passada em conselho de ministros a aprovação do caderno de encargos, relativamente a venda da transportadora aérea portuguesa, com 66% do capital da empresa ao futuro comprador, mantendo o estado o restante 34%. Também o mesmo elabora que em caso algum poderá despedir pessoal num espaço sensivelmente a dois anos. Deverá também de igual modo manter a empresa durante dez anos em Portugal, e outros bens pertencentes nomeadamente espaços de manutenção etc. Esse documento é extremamente, rigoroso e exigente, face a esta situação não me parece que o novo operador queira perder capital, optando por desviar algumas rotas ainda que sucinta. Uma companhia de bandeira Portuguesa, que tinha como hábito voar para as comunidades portuguesas nomeadamente PALOP regiões autónomas Açores e Madeira com estas últimas a ser fortemente “castigadas” devido à insularidade que as mesmas padecem. Ilhas que vivem do turismo, em que o pique alto é o verão e os eventos sazonais tais como a festa da flor, cartaz do Carnaval e fim de ano e que era muito visitado por centenas de turistas. Obviamente que a economia regional vai ressentir devido a essa alteração, mas o mal esta feito e não a vontade de recuperar um espólio que Portugal detinha a dezenas de anos. Depois que o executivo de Passos Coelho chegou ao governo, já extinguiu com quase toda a riqueza de um povo. Sabe-se que não vai continuar no governo, devido a sua tirania: as sondagens são completamente esclarecedoras, dando-lhe uma derrota bem merecida, mas mesmo assim insiste em destruir com todo o espólio português.