José Edgar M. da Silva Excelente fórmula para se purgar a “nossa insolvente” democracia, meter os activos tóxicos, todos no “Bad Party”, e lhes financiar uma “fiesta bye-bye”, forever, seguida de guilhotina fotogénica, cujo corte desse realce ao sorriso.

É que nem com mudança, alternativa, nova democracia, uma missa ou cem novenas se consegue um líder de jeito, que realmente pense em termos de equipa vencedora. Aqui ganha sempre o egoísmo, o egocentrismos e as jogatinas de bastidores no almirante e em sítios onde quem paga a conta é sempre o desgraçado do contribuinte que “bota”.

Já temos “Nau sem Rumo”, Confrarias, Taberna Real, Reais Associações e Maçonarias da treta, bares e Henriques, laboratórios de ideias ou de ratos com ideias, inclusive novos partidos saudosistas de mocidades portuguesas, camisas castanhas, e idiotias “mussolinicas”; 40 anos de democracia, 40 e tais a treinar em ditadura, e porra, não se consegue ninguém que governe em nome do povo e pelas pessoas, que pelo menos seja sincero e fale verdade, que prometa e que cumpra, nem que seja um “pau pelo olho dentro”.

Que constatamos, gente sem “palabra que habla” em profícua lábia, que cativa ébrios e sérios, “um estuporzinho que fala bem”, e que ganha eleições apenas para aquecer a cadeirinha do poder, e assim se gabar que “lá peidou quatro longos anos”; ainda, por cima, aparecem uns para compor o ramalhete com promessas ocas, faladas e cuspidas para “altifalantes” nos mass-media, em linhas transatlânticas. E pior quando se “ouve dizer” que quem governa nem é quem foi eleito e escolhido, mas um “mestre de orquestra”, nomeado ou apontado, que o povo nem conhece, armado em “master cheff”, muitas vezes odiado e apenas amado pelo mais votado.

Como se pode admitir, que se desvirtue a democracia, mas pior é alguém além de admitir, ser cúmplice de uma monumental fantochada, sendo e alinhando em ser “fantoche”, enganando assim quem o elegeu, já que quem manda e quem governa pelo crivo de nomeados ou apontados, perde toda a dignidade e toda a legitimidade em se sentar na cadeira do poder que o povo lhe ofereceu; sim porque é inadmissível, numa democracia de 40 anos, que treinou 40 de ditadura, aceitar se calar, não manifestar livre opinião apenas por que o “Sr. Presidente” proibiu ou não permitiu que outro eleito opine com frontalidade e com a verticalidade que se quer de um governante com coluna vertebral; seja sobre obras da avenida ou até sobre a cor do vestido da Dona Zélia.

Sem mais e pela democracia, plena de liberdade e de cidadania, sou…