Precisamos, como de pão para a boca, de transportes aéreos e marítimos regulares Numa Região insular e ultraperiférica a política de acessibilidade é crucial e, se atendermos às bases da nossa economia e à nossa dependência de bens e serviços do exterior, diria mesmo que é uma questão vital para a Madeira. Precisamos, como de pão para a boca, de transportes aéreos e marítimos regulares, acessíveis e competitivos entre a Madeira e o exterior, particularmente, entre a Região e o Continente. Trata-se de uma garantia que deverá ser dada por quem assume as responsabilidades de governo, quer na Região, quer no País. Trata-se de uma obrigação constitucional, baseada nos princípios da continuidade territorial e da coesão, que os governos não podem tratar com ligeireza, para não dizer irresponsabilidade. Trata-se de uma questão que exige políticas inteligentes e justas, que coloquem o interesse do bem-comum acima de qualquer interesse de natureza particular. O PS sempre apresentou soluções para ultrapassar as dificuldades, mas os executivos continuam a engonhar e a empurrar o problema para a frente. Ainda nesta semana, o Líder PS-Madeira alertou para a questão pertinente do subsídio de mobilidade marítima, de modo a garantir a mobilidade de passageiros e, assim, diversificar a oferta nos transportes. Tenho confrontado o Governo do PSD/CDS com a sua falta de vontade em pôr em prática, as recomendações do PS e até as da Assembleia da Madeira sobre os problemas dos custos exorbitantes dos bilhetes aéreos. Aliás, bastava que colocasse em marcha as recomendações que constam no relatório do Grupo de Trabalho dos Transportes (GT), no qual eu e o Presidente do CDS-M fizemos parte. Neste sentido, acho que seria mais avisado que o CDS-M recomendasse esse relatório ao Sr. Ministro da Economia, que é do CDS, em vez de sugerir a criação de mais um GT. Jacinto Serrão Deputado do PS na AR

Precisamos, como de pão para a boca, de transportes aéreos e marítimos regulares

Numa Região insular e ultraperiférica a política de acessibilidade é crucial e, se atendermos às bases da nossa economia e à nossa dependência de bens e serviços do exterior, diria mesmo que é uma questão vital para a Madeira. Precisamos, como de pão para a boca, de transportes aéreos e marítimos regulares, acessíveis e competitivos entre a Madeira e o exterior, particularmente, entre a Região e o Continente. Trata-se de uma garantia que deverá ser dada por quem assume as responsabilidades de governo, quer na Região, quer no País. Trata-se de uma obrigação constitucional, baseada nos princípios da continuidade territorial e da coesão, que os governos não podem tratar com ligeireza, para não dizer irresponsabilidade. Trata-se de uma questão que exige políticas inteligentes e justas, que coloquem o interesse do bem-comum acima de qualquer interesse de natureza particular. O PS sempre apresentou soluções para ultrapassar as dificuldades, mas os executivos continuam a engonhar e a empurrar o problema para a frente. Ainda nesta semana, o Líder PS-Madeira alertou para a questão pertinente do subsídio de mobilidade marítima, de modo a garantir a mobilidade de passageiros e, assim, diversificar a oferta nos transportes. Tenho confrontado o Governo do PSD/CDS com a sua falta de vontade em pôr em prática, as recomendações do PS e até as da Assembleia da Madeira sobre os problemas dos custos exorbitantes dos bilhetes aéreos. Aliás, bastava que colocasse em marcha as recomendações que constam no relatório do Grupo de Trabalho dos Transportes (GT), no qual eu e o Presidente do CDS-M fizemos parte. Neste sentido, acho que seria mais avisado que o CDS-M recomendasse esse relatório ao Sr. Ministro da Economia, que é do CDS, em vez de sugerir a criação de mais um GT.

Jacinto Serrão Deputado do PS na AR