Filomena Correia A Praia da Praínha encanta crianças e adultos, sendo procurada por muitos turistas para recuperar forças, após uma caminhada à Ponta de S. Lourenço. A arriba junto ao estacionamento é percorrida por muitos em busca da melhor vista ou fotografia. Quem está no mar, apercebe-se que estas pessoas correm perigo, pois existem riscos de derrocada (que já ocorreram) ou de escorregarem e cairem, sendo as consequências, certamente trágicas. Lembremo-nos do caso recente do Cabo da Roca. Questiona-se , quem tem competência para avaliar o estado daquela arriba? Sugere-se a demarcação da área até onde as pessoas poderão ir em segurança, evitando-se imputação de responsabilidades em caso de acidentes. Cientes de que, a prevenção sempre foi a melhor amiga da gestão. E, já agora, no mesmo local, a quem compete reparar as mesas e bancos de cimento completamente degradadas e com os ferros à vista ? Que imagem se pretende transmitir com equipamentos em tal estado? Não seria mais bonito, resistente e integrado na paisagem fazer mesas e bancos em pedra local e construidas pelos mestres que ainda existem na Madeira? Custa assim tanto?