Mário da Silva Jesus Um pequeno apontamento (se, me é permitido neste espaço). Realista, honesto e muito puro testemunho para um convite a uma visita a um local, para umas verdadeiras e sossegadas férias, para todos aqueles que tenham possibilidades financeiras para o fazerem. Falo (aliás escrevo), da Ilha do Porto Santo (Madeira), pois efectivamente que para muitos cidadãos nacionais, é prioridade absoluta a sua visita e o seu conhecimento. Mas, fase à grave crise económica que muitos portugueses, estão a atravessar, não sendo assim nada fácil, para muitos deles poderem pensar em férias, quanto mais para estas bandas. Mas mesmo assim e como tal aproveito este espaço e faço aqui um convite e apelo a todos os turistas nacionais, para visitarem esta linda e sossegada ilha, perdida neste longo e espaçoso Atlântico. Férias, essas, em especial para qualquer continental, poder um dia, quiçá, sonhar e usufruir, de um total sossego e em especial e o mais importante, da simpatia que esta gente transmite e respira e dificilmente haverá igual noutras paragens. Com uma visita que estou a fazer até a este outro lado do Atlântico, pois felizmente, neste preciso momento, sinto-me um privilegiado, pois, encontro-me neste curto período de férias neste outro lado do Atlântico, mais precisamente na Ilha do Porto Santo, que visito pela primeira vez, depois de várias visitas que já fiz igualmente a outra lindíssima ilha da Madeira. Há uma variadíssima escolha de itinerários que são oferecidos aos visitantes, para poderem visitar locais que só esta ilha pode e sabe oferecer. Não falando, no número de bons e agradáveis hotéis, que é oferecido tanto ao turista nacional como ao turista estrangeiro, que proporcionam uma grande comodidade e bem-estar. (passe a publicidade encontro-me instalado no Aparthotel Luamar). Esta ilha do Porto Santo que foi descoberta em 1418 por João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira e segundo reza a história da mesma, Cristóvão Colombo, habitou esta ilha, tendo casado com uma das filhas do seu primeiro capitão donatário Bartolomeu Perestrelo. O concelho foi criado em 1835.