Filomena Correia Quem faz o percurso entre a Rua Fernão de Ornelas e a Sé do Funchal, vê várias pessoas, na sua maioria senhoras já com alguma idade, a venderem marcela, camomila e ervas aromáticas, sentadas em pequenos bancos ou caixas de plástico e com as plantas colocadas em sacos. Sendo consumidora destes produtos, reconheço que a variedade e frescura dos mesmos, é inquestionável, e não se encontra nas superfícies comerciais. Numa Região onde se escrevem livros sobre estas plantas e os seus usos tradicionais e numa cidade que se quer cosmopolita, como aceitar que estas plantas sejam vendidas em condições análogas às dos países do terceiro mundo? Sugiro à Câmara Municipal do Funchal o fornecimento de equipamentos (cadeira, mesa e recipientes) para as vendedoras se poderem sentar e expor as suas plantas com a respetiva identificação, nome comum e científico. Pelo fornecimento deste equipamento, exigia-se uma caução que seria restituída aquando da devolução do mesmo. Objetivos a alcançar: - Criar boas condições de venda para os vendedores; - Melhorar a imagem da cidade; - Informar os consumidores regionais, nacionais e internacionais sobre este tipo de plantas existentes na Região. Se não existem ideias sobre o tipo de equipamento a conceber, lancem um concurso de ideias, pois, estou certa, de que não faltarão “designers” e criativos com ideias bonitas e funcionais. Custa assim tanto?