Sérgio Potier A criminalidade que grassa em Portugal é fruto do impessoalismo activo, daqueles que agem sem agir, mandando marginais fazerem o trabalho sujo por eles. Qual o objectivo?. Enriquecerem e amedrontarem os habitantes para estes não reagirem e até aderirem à crmininalidade pelo medo. Como não há empregos, mata-se, esfola-se e rouba-se. Quando se conta a história do Zé do telhado e de outros ( como a do Remexido) como roubando para dar aos pobres, tudo isso era feito a coberto da nobreza e da burguesia. Depois de servidos, enviaram esses desgraçados para o degredo, apesar de haver um livro escrito por um autor já falecido, que gostava de fumar de cachimbo, em que os seus temas preferidos era a literatura policial, dando conta de que o Zé do telhado se revoltou devido a injustiças pessoais. Talvez a verdade seja essa, mas o que é facto é que ele revoltado ou não se colocou ao serviço da política. Portugueses: não lutem vizinho contra vizinho por causas vicinais de todos conhecidos, como o vizinho que não arranja o cano que está a destruir o tecto do vizinho de baixo etc. etc. Tentem resolver o problema pacificamente. O alvo não é esse. O alvo é o impessoalismo activo que todos sabem a quem me refiro. A autoridade de hoje é de facto uma autoridade, mas, tudo se baseia e é conduzido à luz do debate público e do debate individual, mas será isto autoridade? É, mas no sentido relativo. Não existe uma autoridade absoluta.