Maria Pereira Na actual situação, e para quem trabalha no Funchal, não compensa trazer para o centro da cidade o carro particular. É caro pagar estacionamento e o combustível está muito caro. Sem esquecer as obras que decorrem na Avenida do Mar, que condicionam o trânsito. Andar de autocarro ainda compensa, não é que seja barato, paga-se 45,80€, sem preocupação em ter que procurar estacionamento etc. Com a redução de carreiras, há viagens em que os autocarros ficam lotados. Há passageiros de todas as faixas etárias. E aqui, há uma situação, que já assisti várias vezes, que é ter grávidas e passageiros com idade de pé, a implorar por um lugar sentado, e ninguém se levanta. E quando há lugares ocupados por crianças que as mães fazem questão em não sentar no colo. Argumentando que a criança pagou para ir sentada. É tudo uma questão de educação e sensibilidade. Outro reparo, é o estado em que muitas vezes os autocarros estão, no que diz respeito à limpeza. Algumas vezes cheiram mal, com o chão do autocarro sujo com um liquido, que às vezes parece ser de peixe, e pastilhas elásticas pregadas nos assentos. Outra situação recente, aconteceu no percurso da carreira 16, em que um assento estava molhado, e quem se sentou ficou muito desagrado e a cheirar a urina. Sugiro que o condutor, antes de iniciar a viagem, faça uma vistoria ao interior do autocarro, para evitar este tipo de situação. Outro reparo é a para a condução de alguns motoristas. Fazem travagens repentinas, conduzem muito depressa quando muitas vezes têm o autocarro cheio de passageiros. Para finalizar, um reparo à paragem junto ao Infante: é um perigo. Os condutores param o autocarro afastado do passeio o que torna a saída do autocarro perigosa para quem tem alguma idade e dificuldade motora.