A.F Com muito gozo e com alguma estranheza, li uma carta dia 12, sobre os pombos nos restaurantes (!). Constato que a Sra. reclama da simples existência de pombos e reclama dos restaurantes das Ruas da Queimada, metendo-os todos no mesmo saco! Não faça isso que se envergonha… Nos comentários online, muitos leitores são contra a Sra. por amor aos animais e outros, incrivelmente a seu favor. Mas (quase) ninguém questiona o porquê da Sra. não escolher outro restaurante, que não tenha pombos ou que, pelo menos, tenha menos afluência de pombos (pois garantir que uma pombinha entre e saia, de vez em quando, é naturalmente impossível). A Sra. talvez reclama dos pombos nos “restaurantes” (serão mesmo licenciados restaurantes?) mas se calhar não escolhe um Restaurante de facto. Se calhar a Sra. vai sempre aos mesmos “restaurantes”, porque são sempre os mesmos a ter os constantes pombos invasores. Porque não escolhe um restaurante, nas Ruas da Queimada, que não costume ter pombos a poisar? Garanto-lhe que os há! Mas não meta todos os restaurantes no mesmo saco… Vamos lá ver uma coisa: a presença constante de pombos num determinado local não se deve à culpa da C.M.F. e também não se deve ao arbítrio racional do pombo, que escolhe um bom “restaurante” para o seu manjar. Deve-se à falta de limpeza do respectivo local, deve-se ao arbítrio racional do ser humano em achar giro oferecer comida à pombinha, deve-se ao mau serviço do “restaurante” em deixar restos de comer em cima das mesas e deve-se ao costume de não os afugentar adequadamente. Agora, a Sra. não está à espera de ir sempre às mesmas tabernas, aliás, “restaurantes”, e querer um serviço e condições higiénicas de 5 estrelas? Como diz o outro, “…Deus nos livre de S. Exa. ter de mudar de restaurante...”.