Sérgio Potier Se o Governo regional governar a região como no passado, com divida excessiva, o que duvido(?), mesmo com ajudas da UE, vai acabar mal.. Mas, recorrendo, à história, por todos conhecida dos 3 porquinhos, o lobo mau vai atacar os porquinhos mal comportados. Recordemos o primeiro porquinho: fez uma casa de palha, enquanto o segundo fez uma casa de madeira e, depois, foram brincar porque eram porquinhos muito divertidos. Enquanto se divertiam, o 3º porquinho fez uma casa de tijolo e cimento, procupando-se com a segurança e prescindindo do prazer imediato. No entanto, quando apareceu o lobo mau, ou seja, quando o vento desfavorável soprou, a casa de palha e a casa de madeira voaram, deixando os dois primeiros porquinhos à mercê das adversidades e do lobo, enquanto o 3º porquinho vivia tranquiliamente sem sobressaltos. Certamente, o único erro dos dois primeiros porquinhos, foi terem-se descuidado ao fazer as casas acabando por serem comidos pelo lobo mau.. Se não se criar pressão constante sobre as despesas, é muito fácil que estas cresçam na directa proporção dos ganhos, como nos ensinou a teoria de Parkinson. A regra internacional das finanças publicas, é de que o défice não pode ser superior às despesas de investimento. O resto é conversa de quem lida com dinheiro que é do contribuinte, já que, o dinheiro que vem para Portugal da UE pertence também aos contribuintes portugueses. Portugal não pode continuar nunca mais sob efeito de balanço da divida pública excessiva, porque até agora, quem endividou o país não pagou o preço penal (mas apenas fiscal) do grave problema das contas públicas. Contudo, alguns deles, tem subvenções vitalícias, compensações remuneratórias com apenas 8 e 12 anos de serviço público, apesar da Lei Sócrates de 2005 ter acabado com estes privilégios, mas, não sendo uma lei retroactiva, mas transitória, há muitos políticos que a vão receber depois de deixarem de exercer cargos presentemente. E chama esta canalha parasitas, a trabalhadores que trabalharam o mesmo tipo de anos do que eles ou mais, e que recebem uma miséria de reforma. Quem não tem profissão fora da política não a exerça, ainda por cima, num tipo de economia neoliberal que fala em empreendodorismo, inovação , mercado a mais e estado a menos.