J. O. F. A. Comprou uma gráfica com a denominação Comércio do Funchal, que era do Dr. Castro Jorge, proprietário do Semanário “Diário da Madeira”, nomeando um director para esse semanário, que perdeu o direito de usar esse título por não ter saído um único número durante 1 ano, tendo um grupo de madeirenses, nos dias imediatos, registado o título “Diário da Madeira” em nome de uma cooperativa?

Constituiu uma gráfica “Imprensa Regional” que, obrigatoriamente, todas as secretarias do Governo Regional tinham que consultá-la, discriminando outras indústrias gráficas, injetando verbas do orçamento regional, que durante 7 anos, sugou ao erário público, aproximadamente, 3 milhões de contos? (não confundir com Euros).

Usurpou o título Jornal da Madeira, propriedade da Igreja Diocesana, que possui um capital social irrisório, sendo o Governo Regional, o societário dominante, com um capital superior a 90%, usando e abusando de uma linguagem obscena, ardilosa e ofensina; que nada tem do ser cristão?

Usando da benevolência da hierarquia eclesiástica, para atacar outros órgãos de comunicação social, de cariz ideológico independente, atacando, ferozmente, o Diário de Noticias da Madeira?