Todos temos vindo a assistir às eleições internas do PSD-M. Passada que foi a primeira “volta” das eleições, queria apenas recordar ao partido e a todos quantos nos seguem, algumas curiosidades. Hoje, mais do que nunca, sinto orgulho por ter estado desde a primeira hora, ao lado de Miguel Albuquerque. Não só ao longo dos oito anos de vereação camarária no Funchal, entre 2005 e 2013, bem como na sua primeira tentativa à liderança ao PSD, em Novembro de 2012. Na altura foram poucos os que tiveram a coragem de iniciar esta “batalha interna”, mas com o decorrer do tempo, a dinâmica de candidatura ganhou força e obtivemos um resultado surpreendente. Após isso, muitos começaram a aparecer e a constituir-se como candidatos. Todos no seu direito. E ainda bem. No passado dia 19 de Dezembro, o Dr. Miguel Albuquerque e toda a sua equipe, muito bem coordenada por Rui Abreu, uma vez mais, demonstraram que todo o trabalho que têm vindo a fazer, segue uma estratégia e planificação interna. Os militantes agradecem e foi muito bem demonstrada toda essa energia no último jantar da campanha, dia 17 de Dezembro, no Tecnopólo. Um jantar com alma e com muita energia. Com carisma e sentimento. O partido está mais vivo do que nunca. No passado dia 19, votaram mais de 6200 militantes, quase 88%. A candidatura de Miguel Albuquerque ganhou em 44 das 54 freguesias, em 10 dos 11 concelhos. Com seis candidatos, e numa eleição muito disputada, com mais votantes e mais militantes do que em 2012, obteve agora maior número de votos e em percentagem, relativamente à última disputa interna. Nas últimas eleições autárquicas, o PSD perdeu 7 das 11 Câmaras. O que está a ser definido neste momento é quem vai ter capacidade de ganhar eleições regionais em 2015. Quem terá o povo a seu lado? De forma inteligente, muito poucos são aqueles que hoje têm dúvidas. Eu não tenho e, cada vez mais, acredito que o único capaz de “dar a volta” a tudo isto é, Miguel Albuquerque. No próximo ano, teremos eleições regionais. A oposição já se prepara, muitas vezes com o “apoio” extra de gente sem escrúpulos nem princípios (esses sim, deveriam ser expulsos!), utilizando meios públicos, tentando denegrir a imagem de pessoas e o seu bom nome. Felizmente, muita coisa está a acabar. O que aí vem é um novo ciclo, de esperança, de renovação e de libertação. Para que o partido e toda a população ganhem a partir do próximo dia 29 de Dezembro, todos têm de votar. Todos têm de acreditar e de manter bem viva a chama da Renovação. Renovação de mentalidades, de atitudes e de objectivos.
Pedro Calado Empresário