Manuel T. Silva Os leitores sabem que no ano de 2006 a então TV Cabo Madeirense (ex- Zon Madeira e atual NOS), ficou responsável pela introdução no Arquipélago da Madeira dos 4 canais Nacionais (RTP1, RTP2, SIC e Tvi), pelo contrato então celebrado entre o Estado e a referida empresa (foi publicado em diário da República). Recebeu Apoios monetários do Estado para a difusão digital dos 4 canais Nacionais na Madeira e no Porto Santo e cada cliente pagou 50€ pela aquisição da Powerbox Octal (de cabo ou de satélite) e instalação. Compromisso esse vitalício, que os responsáveis desta empresa (NOS MADEIRA) fazem tudo para cair no esquecimento e estão a fazer abuso de poder relativamente a esse assunto.

Atualmente um cliente que está no chamado serviço de TV do PACOTE ZERO, se aderir a um serviço da NOS pago, esta empresa usa o equipamento do cliente para difundir os seus serviços digitais de TV. Se o cliente quiser suspender o serviço pago no fim do período de fidelização, e quiser repor o pacote zero, esta empresa (NOS MADEIRA) exige o pagamento de uma comissão 53€ para o cliente retornar ao pacote zero, serviço esse que já tinha pago e que a empresa já tinha recebido comparticipação do estado. E Mais os clientes que no passado compraram duas ou três Powerboxes: a 1ª a 50€ comparticipada e 2ª e 3ª a 100€ cada, hoje não as podem utilizar no pacote zero porque a Nos Madeira só autoriza um equipamento por cliente no pacote Zero, mediante a comissão de 53€.

Estes factos verificam tanto no serviço cabo como no serviço satélite. Este ciclo verifica-se cada vez que o cliente adira e termine um contrato com a NOS Madeira.

Isto é inaceitável e alguém tem de por um travão neste abuso de poder, nesta lesão continua aos clientes; seja a DECO, seja a ANACOM sejam os Deputados da Assembleia Regional seja a Inspeção das Atividades Económicas, alguém tem de travar este abuso e lesão continua aos clientes madeirenses.

Outros factos caricatos que esta empresa está a fazer aos clientes do chamado Pacote Zero, são: Se Powerbox octal de um cliente NOS do pacote zero avariar, a NOS não faz a respetiva reparação, nem permitem uso de equipamento equivalente (boxe de outra marca) nem permite ao cliente comprar uma boxe HD igual às que utilizam no serviço atual, com uma qualidade de imagem um pouco superior à Powerbox ou seja o cliente nunca pode melhorar ou substituir o seu equipamento original.

A NOS Madeira (antiga TV Cabo Madeirense) descrimina os clientes do serviço Cabo pela negativa. Um cidadão mais atento facilmente constata as descriminações que esta empresa tem atualmente entre os clientes CABO e Satélite. No serviço satélite a NOS disponibiliza oito serviços de TV a começar pelo Light de 16 canais, por um preço base conhecido 11,50€. No cabo, o serviço de TV mais acessível é 74% mais caro que no satélite ou seja 20€. O serviço digital mais barato no cabo é 260% mais caro que o base de satélite, ou seja 30€. Não dando autorização para instalar parabólica onde existe serviço cabo, obrigando os clientes a contratarem serviços mais caros pois têm de contratar 4 ou 5 serviços quando apenas precisam de apenas um ou dois. O serviço Ligh/Base cabo com 16 canais está disponível apenas para clientes mais antigos; outra descriminação desta empresa para com os novos clientes.

No site da NOS está disponível o serviço 2ª habitação; mas os clientes da NOS Madeira não tem direito a esse serviço!

Outra dificuldade que os clientes madeirenses têm é o registo de equipamentos cedidos (boxes). Se o cliente comprar uma box de Tv para cabo cabo ou satélite ou receber uma cedência de equipamento de ex-cliente NOS e a quiser registar em seu nome dificultam ao máximo, sendo praticamente impossível fazer esse registo.

O aluguer de Boxes na NOS está sempre disponível (5 €). A compra de boxes Cabo não é permitida para obrigar o cliente a aluguer eternamente os equipamentos.

As Boxes do serviço satélite podem ser compradas talvez porque a empresa concorrente também o permite. As entidades regionais têm de atuar sobre a NOS e repor a legalidade em especial em relação ao PACOTE ZERO.