José Maria da Silva Santos Na sequência do artigo publicado em “cartas do Leitor” deste DN, em 17/10/2014, sob o título “o tormento da vizinhança”, o homenzinho em questão, residente no caminho do Pico, no Monte, vem barafustando silenciosamente mas com traquinices de “garoto do calhau” no sentido de arreliar os seus vizinhos mais próximos com as mais censuráveis atitudes que deslustram e amarfanham a sua garbosa farda.

De facto, este homenzito, após ter rebentado um portão que fechava o acesso à casa do queixoso, e dele se ter apoderado, escondendo-o dentro da sua moradia, tem-se verificado que alguém que por ali passa, vendo que está tudo aberto e de acesso fácil, vem entrando e com “a maior das à vontades”, tem vindo a depositar naquela entrada o produto dos seus intestinos, quando tempestuosos.

Ora, parecendo apreciar estes frutos fedorentos, o aludido vizinho, já foi visto pela vizinhança, bulir na porcaria e removendo-a para as portas dos carros dos seus vizinhos, na tentativa de lhes causar danos casuais, bem como, cuidados acrescidos e o consequente stress.

Assim, na data sobre indicada, o homenzinho, foi visto a introduzir-se na propriedade dos seus vizinhos contíguos, tendo espalhado na porta dos mesmos várias postas de excrementos humanos como se, os seus vizinhos não soubessem que aquilo era caca. Exercendo as funções que executa dentro da sociedade que o acolhe, as quais se regem por um rigoroso código de conduta responsável, ética e cívica, este personagem deveria ser chamado pelos seus responsáveis, a fim de ser devidamente averiguado o seu estado de saúde geral, por forma, a se isolar a hipótese de mancha em fino pano.