José Maria da Silva Santos Na sequência da notícia tornada pública em 17/09/2014 em página das ocorrências deste Diário, em que um suposto homem residente no Caminho do Pico, Monte, isentava-se das acusações, segundo este, por parte de um casal de vizinhos, vêm estes demonstrar publicamente a sua estranheza e estupefacção relativas à referida notícia, pois, de Junho até Setembro do corrente, talvez os remorsos e outras forças parece terem impelido tal homem a reconhecer que o visado das notícias saídas a 16 e 8 de Junho e Julho, respectivamente, de 2014, neste Diário, era esse mesmo homem. Afinal, ao cabo de tanto tempo “à montanha rebentaram-se-lhe as águas”.
Tal homenzinho esqueceu-se de reconhecer em público que o próprio Tribunal já o recomendara a pedir desculpas ao alegado casal de vizinhos, pela sua repreensível conduta perante estes.
Relativamente ao portão, foi este mesmo homem que o cortou com uma máquina, apoderando-se do mesmo, escondendo-o na sua própria casa, conforme provas que atestam a respectiva queixa na PSP. Se a este respeito há queixas contra desconhecidos, estas deveriam recair sobre o sobejamente conhecido, conforme evidência de provas. De resto, a quando da tentativa de reposição de outro portão no mesmo local, o referido homem, veio pela calada da tarde, novamente com uma máquina e cortou-o, tentando apoderar-se novamente do mesmo, tendo sido goradas as suas tentativas, devido à resistência dos donos desse portão, os tais vizinhos, alertados pelo latido do seu cão, que, então, preferiram guardá-lo em vez de o expor à voracidade do homenzinho.
Quanto às cartas à sua entidade patronal que se rege por um código especial de conduta e de princípios exímios de ética, e, que o respectivo profissional apelida de difamatórias e intimidatórias, não são mais do que um recurso à hierarquia que regula o código de conduta moral e profissional do referido homem, e, que no seu caso, urge fazê-lo recuar nas suas atitudes execráveis perante os referidos vizinhos que são de facto um casal que constitui um agregado familiar também composto por duas crianças de 14 e 16 anos, as quais também têm sido alvo de graves ofensas à sua integridade moral e física como se pode deduzir das respectivas queixas na PSP.