É imprescindível voltar a dignificar todas as instituições, em especial a casa mãe da Democracia e Autonomia – a Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira. É essencial que o Presidente do Governo e os Secretários Regionais eleitos possam deslocar-se frequentemente à Assembleia, a fim de prestar os esclarecimentos necessários. O dia da Região deve ser celebrado na Assembleia Legislativa da Região com a intervenção de todas as forças políticas representadas no Parlamento. Deve ser instituído na Assembleia Legislativa da Madeira um debate anual sobre o estado da Região com a presença do Governo Regional. É necessário reduzir o número de deputados na Assembleia Legislativa Regional. O Estatuto da Oposição deve ser respeitado. O membro do Governo Regional com a tutela dos assuntos parlamentares deverá participar nos trabalhos do Plenário e/ ou das comissões quando estejam em causa iniciativas governamentais ou matéria que, pela sua importância, justifiquem uma partilha de opiniões e responsabilidades com a Assembleia. Deverá existir um maior equilíbrio nos tempos de intervenção atribuídos às forças parlamentares. As reuniões das comissões especializadas bem como as de inquérito devem, em regra, ser abertas à comunicação social. A sua função de fiscalização da ação governativa por parte da Assembleia Legislativa, deverá acentuar-se, garantindo ganhos de eficácia e contribuindo para uma transparência da política regional. É importante reduzir substancialmente – pelo menos em 40% - os montantes de financiamento dos partidos políticos regionais. É determinante, em nome da renovação, instituir a limitação de mandatos do cargo de Presidente do Governo, em três mandatos consecutivos. É importante acabar com a excepção que existe a nível do País, não permitindo, na Madeira, que os políticos possam acumular a reforma com o vencimento público.
Miguel Albuquerque Candidato a líder do PSD-M