José Nunes Continua a saga da sabedoria popular na Empresa de Electricidade da Madeira. A conta do consumo é religiosamente enviada no início da cada mês com o montante a pagar pelo consumidor no início do mês seguinte. O recibo com os valores a receber pelos produtores de energia fotovoltaica é enviada e paga “tarde e a más horas”, apesar de nele constar a indicação de “creditar na conta a partir do dia 1/mês. De facto, é “a partir dia dia 1, não é no dia 1 em concreto........... Até ontem, 9 de Outubro, ainda não foi enviada a cópia do recibo da produção do mês de Agosto e, logicamente, ainda não foi pago. Quando os consumidores ultrapassam o prazo de pagamento, a EEM envia logo uma carta com a “ameaça” de que cobrará juros de mora (e cobra sempre) e, em caso extremo, enviará para cobrança coerciva. E, no caso dos produtores de energia, como é? Não deveria pagar também juros de mora? É o tal ditado popular: “Quem me deve que me pague; a quem eu devo, que espere”.