Joana Domingos Ao ano passado houve eleições, umas eleições inéditas, em que o desafiador, que durante 30 anos nunca se lembrou de nada a apontar ao que estava a ser feito, se apresentou como alternativa. Disse que queria ser candidato. O mesmo só se recordou que queria ser candidato depois da limitação mandatos para os presidentes de Câmaras. A verdade é que até essa lei, ele nunca se tinha lembrado que queria ser candidato.

Até então só se preocupava em aparecer em revistas cor-de-rosa e mostrar rosas.

Mas a questão que lhe quero fazer é muito simples e directa, então o Dr. Bruno Pereira não era o seu candidato há uns meses? Mas por o Dr. Bruno Pereira não o ter apoiado, ficou chateado e faz birrinha? É isso a democracia? Não acha que deve uma explicação a nós, sociais-democratas? Move-se pelo ressabiamento e o azedume? Onde está a sua participação na campanha autárquica? Quer voltar a ser candidato do PSD, mas tem vergonha de aparecer ao lado dos nossos candidatos? Ou só vai aparecer ao lado daqueles que lhe apoiaram? Já preparou a ida a São Martinho e Santo António e dizer que vai ajudar o partido a ganhar a nossa cidade? Ou continuará escondido como uma toupeira até o fim? Ah… Já sei, neste momento está a ponderar se será líder do PPD/PSD ou do CDS… Pois, se o PPD/PSD tiver mau resultado pede a cabeça do presidente e diz não ter nada haver… Já se o PPD/PSD tiver um excelente resultado, só pode pedir a cabeça ao jornalista e aí ser líder do CDS.

Antes que seja tarde, desafio-o a apoiar os nossos candidatos que são os melhores e você sabe isso muito bem, porque o Dr. Bruno Pereira foi o principal obreiro do Funchal e o seu braço direito e esquerdo na Câmara Municipal do Funchal.