Rui Paulo Silva Nunes No dia 03-09-2013 presenciei um episódio épico relacionado com a TOSHIBA, a FNAC Madeira e as garantias. Trata-se de um computador portátil TOSHIBA comprado à cerca de um ano, em que o mesmo além de sobreaquecer demasiado, oferecia alguma rigidez na abertura/fecho do monitor. Este equipamento foi entregue à FNAC Madeira no dia 29/07/2013, passados exactamente 27 dias após terem recebido o portátil, ligaram para o proprietário informando que haveria uma peça quebrada dentro do mesmo e que a mesma teria que ser paga pelo cliente, visto que a garantia não cobre uma peça quebrada. Informamos a FNAC Madeira que, se uma peça interior está partida é consequência de um defeito, se as dobradiças do portátil ofereciam muita resistência, pode ter acontecido algum encaixe interno ter-se partido, isso pode ter acontecido com o proprietário, com a FNAC Madeira nos seus testes ou até mesmo com a TOSHIBA, aqui nem importa onde se tenha quebrado, importa é que quebrou por consequência de um defeito. Passados poucos dias, fomos a FNAC Madeira, no dia 31/08/2013, chegamos com a condição de resolver esta situação sem que houvesse prejuízo para o proprietário. Falamos directamente com uma senhora responsável pela loja em que a mesma ofereceu toda a disponibilidade para nos receber, explicamos à senhora o sucedido e a mesma realmente pouco mais pode fazer do que nos pedir até terça-feira (03/09/2013) para tentar encontrar uma solução perante os seus contactos superiores ou outros. Claro que até ontem ninguém telefonou a dizer seja o que fosse ao proprietário. Então dirigimo-nos novamente a loja, tudo estava na mesma, incluindo um detalhe engraçado que foi uma reunião interna que tiveram em que o resultado disso foi nos dizerem que deveríamos ter ido mais cedo reclamar do problema (?!). Fomos dentro do prazo de garantia, pois o portátil tem somente 1 ano. A FNAC Madeira, reserva-se ao direito de sobrepor-se à Lei dizendo que a partir do momento em que eles se pronunciam, os tais 30 dias ficam sem efeito. Não sei quem lhes disse isso para depois dizerem isso aos seus clientes, isto até poderia ser bem interpretado caso não houvesse custos para o cliente ou que o telefonema deles não prejudicasse o cliente com custos adicionais sobre algo que foi consequência de um defeito. As soluções que apresentamos foram basicamente a reparação por quem for, sem custos para o proprietário ou então o crédito no valor do portátil (quase 1000€) por parte da FNAC Madeira. Todas as soluções que beneficiavam o proprietário foram recusadas pela FNAC Madeira, não restando outra alternativa senão recorrer aos meios legais. A FNAC Madeira, através do seu corpo de colaboradores de apoio ao cliente não faz mais nada que proteger a palavra da TOSHIBA, ficam reservados à condição de que... Se a TOSHIBA diz para pagar, nós dizemos ao cliente para pagar. Gostaria de saber como é que a FNAC protege os seus clientes? Desde quando a FNAC é uma “passa bola” daquilo que lhes dizem? Em momento algum senti-me protegido pela FNAC Madeira enquanto cliente. Posto isto foi aberto uma reclamação na FNAC Madeira sobre o sucedido, em que agradecemos desde já a simpatia com que nos foi cedido o livro de reclamações bem como a caneta para podermos escrever.