Os candidatos do CDS às autárquicas subscrevem 20 compromissos com os eleitores. Saliento os cinco principais: 1º Garantir a Autonomia do Poder Local, impedindo o assalto do Governo Regional aos poderes das Câmaras.
2º O CDS não fará coligações pós eleitorais com qualquer outro partido. Onde ganhar, o CDS será governo nas Juntas e Câmaras. Onde não sair vencedor o CDS será oposição construtiva.
3º Rigor na gestão dos dinheiros públicos. Como o CDS sempre disse “as dívidas de hoje, são os impostos de amanhã” e os madeirenses sabem que hoje estão a pagar os impostos regionais e municipais mais altos do país devido à irresponsabilidade financeira do Governo e da maioria das Câmaras. É por isso que a nossa única promessa com impacto no orçamento das Câmaras é devolver os 5% do IRS aos contribuintes dos concelhos, a exemplo de muitos municípios do país.
4º Prioridade ao Turismo e às economias locais. As Juntas e as Câmaras devem criar as condições de atractividade nas suas terras e cidades para o investimento privado, a criação de empresas e de emprego e o Turismo pode ser a alavanca dos outros sectores como a agricultura, a pecuária, as pescas, a restauração e o comércio e serviços.
5º Investimento social. São as Câmaras e Juntas, próximas das populações, que em parceria com as IPSS, devem ter os meios para acorrer à crescente pobreza na nossa terra.
A situação que vivemos de profunda crise económica e social, exige o melhor de nós: trabalho, empenho e sentido cívico.
O PSD, a exemplo do PS no país, faliu a Madeira e levou à pré-insolvência muitas Câmaras. Não foi por falta de aviso e alertas do CDS.
Quem faliu a Região e as Câmaras como o PSD e impôs pesados impostos aos cidadãos, não pode merecer o voto do povo. Mas, também, uma coligação de esquerda que se alia no Funchal, se divide em Câmara de Lobos e anda em guerras em Machico, que confiança oferece aos eleitores?
Temos que tomar cuidado com os aventureirismos e com as inexperiências políticas. E aqui está a oportunidade do CDS, pois é uma Alternativa sólida, com candidatos competentes, com programas realistas e com compromissos claros perante os eleitores. É que não basta ser Oposição. É preciso ser e ter Alternativa.
Temos vindo a construí-la desde 2010, com propostas e soluções, agregando cada vez mais gente ao nosso projecto. Foi assim que o povo confiou no CDS nas eleições regionais de 2011.
Estou certo que, também, assim será a 29 de Setembro, porque fizemos tudo para não desiludir quem confiou o seu voto ao CDS nas últimas eleições.
José Manuel Rodrigues