O eleitorado tem que estar atento e saber separar a verdade da mentira e de penalizar quem tem levado o país e a região à ruina Existem vários tipos de eleições na vida cívica do cidadão português. Umas de caracter política, outras de cariz social e ainda outras de cariz associativa. São as eleições para as assembleias legislativas, para as autarquias, para os sindicatos, para associações culturais, etc… Nas eleições para as Assembleias legislativas, são escolhidos os partidos que irão governar o país e as regiões Autónomas da Madeira e dos Açores. Para as autarquias, são eleitos os presidentes de Câmaras Municipais, Assembleias Municipais e de freguesia, assim como os vereadores e restantes membros daqueles órgãos. Nos outros casos, são para eleger os dirigentes das Associações, dos sindicatos, dos clubes, etc… que por um determinado período vão governar ou dirigir, consoante se trate de governos, autarquias ou associações. Brevemente teremos eleições para as autarquias, mais propriamente no começo do próximo Outono, a 29 de Setembro, que engloba três eleições: Partido que vai governar as Câmaras Municipais e as Juntas de Freguesia, assim como as Assembleias Municipais e de Freguesia. Tudo indica que nestas eleições haverá mudanças em alguns Municípios e Juntas de freguesia. Fizeram-se coligações, para aumentar as sinergias eleitorais, procurando deste modo conseguir juntar mais os votos e haver menos desperdício. Contudo alguns partidos, avessos a outras ideologias, como é o caso do PCP, que prefere manter o poder onde ele está, do que participar na Mudança e o próprio CDS, vocacionado para bengalinha de outro partido, o do poder regional, afastaram-se, precisamente para que concretizem estas posições e indo contra aqueles que se juntaram para MUDAR. O eleitorado, como sempre, tem a palavra e escolher através do seu voto, o que pretende que aconteça na Madeira: A continuidade ou a Mudança. Vários cenários se colocam: Continuidade em toda a Região, mudança de partidos e coligações a comandar alguns concelhos e freguesias. Sabemos que muitas pessoas votam, para estas eleições, mais nas pessoas do que nos partidos, ou pelo menos dizem isso, pois o poder mantém-se inalterável, a nível de concelhos, o que significa que nem sempre falam verdade. É costume, também que os resultados sejam aproveitados para validar políticas nacionais e regionais que ultrapassam a própria autarquia. Recordo que na Madeira a maior parte dos eleitores, nem sabem quem são os candidatos e votam no partido ou no líder, embora muitas vezes reconheçam que o adversário é melhor para ocupar o lugar que está a ser sufragado. Se os partidos do poder ganharem vão dizer que a sua política na governação, de sacrificar os portugueses, de aumentar o desemprego, de aumentar os impostos, de diminuir os apoios sociais e na saúde, de contribuir para o aumento da pobreza e da fome em Portugal, que muitas vezes têm conduzido ao suicídio (como se vê pelas noticias, aumenta assustadoramente), é a política que os portugueses queriam, que o povo português está satisfeito com a governação. Mas se perderem não se vão demitir (como fez António Guterres) e vão se desculpar com a crise e que as eleições não eram para o governo. Os candidatos dos partidos do poder, PSD e CDS, vão-se distanciar do poder e até dizem que vão apresentar propostas para diminuir a austeridade e pedir a demissão de ministros do outro partido, que são os culpados por todo este desaire. Vão falar muito alto para que não se ouça nada a respeito nem do Governo da Região, nem do Governo da República. Assim sendo o eleitorado tem que estar atento e saber separar a verdade da mentira e de penalizar quem tem levado o país e a região à ruína, exigindo grandes sacrifícios ao povo, sem que a divida seja paga ou pare de crescer. Não podem permitir que o seu voto sirva para validar estas políticas. Se estão descontentes, votem contra, apoiem a mudança, mas também não fiquem em casa, comodamente instalados à espera dos resultados. Não se esqueçam daquele pensamento de um grande filósofo da antiga Grécia “quem não vota, contribui para que seja governado por incompetentes”. Duarte Caldeira Ferreira
O eleitorado tem que estar atento e saber separar a verdade da mentira e de penalizar quem tem levado o país e a região à ruina
Existem vários tipos de eleições na vida cívica do cidadão português. Umas de caracter política, outras de cariz social e ainda outras de cariz associativa. São as eleições para as assembleias legislativas, para as autarquias, para os sindicatos, para associações culturais, etc… Nas eleições para as Assembleias legislativas, são escolhidos os partidos que irão governar o país e as regiões Autónomas da Madeira e dos Açores. Para as autarquias, são eleitos os presidentes de Câmaras Municipais, Assembleias Municipais e de freguesia, assim como os vereadores e restantes membros daqueles órgãos. Nos outros casos, são para eleger os dirigentes das Associações, dos sindicatos, dos clubes, etc… que por um determinado período vão governar ou dirigir, consoante se trate de governos, autarquias ou associações. Brevemente teremos eleições para as autarquias, mais propriamente no começo do próximo Outono, a 29 de Setembro, que engloba três eleições: Partido que vai governar as Câmaras Municipais e as Juntas de Freguesia, assim como as Assembleias Municipais e de Freguesia. Tudo indica que nestas eleições haverá mudanças em alguns Municípios e Juntas de freguesia. Fizeram-se coligações, para aumentar as sinergias eleitorais, procurando deste modo conseguir juntar mais os votos e haver menos desperdício. Contudo alguns partidos, avessos a outras ideologias, como é o caso do PCP, que prefere manter o poder onde ele está, do que participar na Mudança e o próprio CDS, vocacionado para bengalinha de outro partido, o do poder regional, afastaram-se, precisamente para que concretizem estas posições e indo contra aqueles que se juntaram para MUDAR. O eleitorado, como sempre, tem a palavra e escolher através do seu voto, o que pretende que aconteça na Madeira: A continuidade ou a Mudança. Vários cenários se colocam: Continuidade em toda a Região, mudança de partidos e coligações a comandar alguns concelhos e freguesias. Sabemos que muitas pessoas votam, para estas eleições, mais nas pessoas do que nos partidos, ou pelo menos dizem isso, pois o poder mantém-se inalterável, a nível de concelhos, o que significa que nem sempre falam verdade. É costume, também que os resultados sejam aproveitados para validar políticas nacionais e regionais que ultrapassam a própria autarquia. Recordo que na Madeira a maior parte dos eleitores, nem sabem quem são os candidatos e votam no partido ou no líder, embora muitas vezes reconheçam que o adversário é melhor para ocupar o lugar que está a ser sufragado. Se os partidos do poder ganharem vão dizer que a sua política na governação, de sacrificar os portugueses, de aumentar o desemprego, de aumentar os impostos, de diminuir os apoios sociais e na saúde, de contribuir para o aumento da pobreza e da fome em Portugal, que muitas vezes têm conduzido ao suicídio (como se vê pelas noticias, aumenta assustadoramente), é a política que os portugueses queriam, que o povo português está satisfeito com a governação. Mas se perderem não se vão demitir (como fez António Guterres) e vão se desculpar com a crise e que as eleições não eram para o governo. Os candidatos dos partidos do poder, PSD e CDS, vão-se distanciar do poder e até dizem que vão apresentar propostas para diminuir a austeridade e pedir a demissão de ministros do outro partido, que são os culpados por todo este desaire. Vão falar muito alto para que não se ouça nada a respeito nem do Governo da Região, nem do Governo da República. Assim sendo o eleitorado tem que estar atento e saber separar a verdade da mentira e de penalizar quem tem levado o país e a região à ruína, exigindo grandes sacrifícios ao povo, sem que a divida seja paga ou pare de crescer. Não podem permitir que o seu voto sirva para validar estas políticas. Se estão descontentes, votem contra, apoiem a mudança, mas também não fiquem em casa, comodamente instalados à espera dos resultados. Não se esqueçam daquele pensamento de um grande filósofo da antiga Grécia “quem não vota, contribui para que seja governado por incompetentes”.
Duarte Caldeira Ferreira