Um dia destes, a minha filha Margarida disse-me esta frase que leu algures e que me fez lembrar sobre um dos paradoxos do Desporto atual. No dia 1 de Agosto teve inicio mais uma época desportiva com muitas incógnitas a pairar nos horizontes dos dirigentes dos clubes e das associações. A reposição da normalidade e da implementação dos regulamentos está a ser feita mas, a lentidão administrativa e burocrata, condiciona a ação e dificulta o planeamento das organizações que mesmo assim, conseguem-no elaborar com a normalidade “qb” para não correr riscos desnecessários. Mas salta-me uma questão! - Qual a preparação destas formações, representativas da Madeira, para entrarem nas respetvas provas? A criatividade e agilidade de muitos manager´s irá permitir que a referida “entrada” não seja inócua e que seja provida de alguns desafios e confrontos ... Indoor. Nos tempos áureos, para algumas equipas, os estágios fora-de-portas, procurando os melhores aprontos para o início das competições, era um fato assumido e era considerado determinante para o sucesso na representação…” Bons inícios melhores acabamentos”. Hoje, a preparação é mais “amadora” e regional, sem a possibilidade de uma preparação como “mandavam as leis” e, existe a preocupação de conseguir os melhores adversários “cá dentro” para criar alguma qualidade na planificação. Não será isso, seguramente, que irá tirar a vontade de uma “boa prestação” e dignificar a “camisola” mas, não hajam dúvidas que com o campo de recrutamento e com a qualidade a que estamos sujeitos, ficamos a alguns furos abaixo dos nossos adversários. Os clubes pretendem mostrar serviço e os mais atentos sabem que faremos o inimaginável para alcançar os feitos desejados, seja com mais ou menos jogos que os nossos parceiros do calendário. Permitam-me desejar a todas as equipas representantes da nossa Madeira nas provas Nacionais e também para aquelas que competirão no panorama regional, com particular enfase para as equipas do Clube Desportivo São Roque, as maiores felicidades e mantenham este sonho que se chama DESPORTO, sempre presente. Pedia por último e não menos importante, a aqueles que têm o poder da decisão judicial e os vereditos que recaem sobre os incendiários que tenham a mão mais pesada e não permitam que esses ladrões psicopatas retirem as conquistas de “toda uma vida” de pessoas inocentes e estraguem a beleza da nossa Madeira.