Jorge Sousa Por razões profissionais frequento todos os dias esta rua. Parece uma rua do terceiro mundo, junto a dois bares e a Travessa da Amoreira, todos os dias de manhã à noite, é só contrabando de droga e prostituição. As pessoas são provocadas e ameaçadas, são obrigadas a circular no meio da estrada. Confrontos físicos por causa de droga são todos os dias. Junto a esses bares o contrabando é evidente. No período escolar os jovens do Liceu são ameaçados a dar dinheiro. O Comando Regional da P.S.P. que fica a 100 metros não mete medo a esta gente, embora passe por ali muitas viaturas, os comerciantes da zona desesperam, a rua é só frequentada por estes marginais que a dominam fazendo com que os cidadãos evitem passar por ali. Diversas cartas para a Polícia e Câmara M. Funchal já foram feitas. Os proprietários dos bares frequentados por esta gente ainda ajudam na festa. No centro do Funchal a 100 metros da P.S.P. a 50 metros do Liceu Jaime Moniz, parece que vivemos noutra cidade, parece um mundo a parte. Os moradores vivem com um medo constante devido as represálias... É verdade que isto fica no centro do Funchal... Estas pessoas precisam de ajuda, mesmo junto ao Liceu.