Jorge Martins Juro que me sentia de férias e tinha jurado a mim próprio, “ quem mais jura mais mente”, não vos incomodar com mais um dos meus, ainda que desprezíveis, escritos. No entanto tudo isto que se tem passado no nosso país, nós que conhecemos, oh! se conhecemos, as causas, o enredo e as consequências, desta pouca vergonha em que os “irrevogáveis” do poder a ele se agarram que nem lapas e os aspirantes se lhes juntam numa amálgama de contornos irreconhecíveis e, seguramente, mal cheirosa, ainda que previsível, já que são todos , “pintos” do mesmo galinheiro, só me “obrigou” a não me calar , porque no meio de tudo isto apareceu alguém por quem tenho ( tinha ? ) um incomensurável respeito, consideração e, sobretudo, eu que era estudante em 1969 um eterno agradecimento. Estou a referir-me a Alberto Martins, Presidente da AAC em 1969, que de cara aberta, sem subterfúgios (máscaras, anonimato, pseudónimo) afrontou o Presidente da República de então, pau mandado do Presidente do Conselho como o actual, ora refugiado nas Selvagens, Deus lá o guardasse no seu habitat natural. O que é que Alberto Martins faz no meio desta palhaçada ? Eu não sei , nem quero saber (estou a escrever isto na noite de 11/07/2013 , se vai ou não haver “acordo” , que apelidaria de “pornográfico”, entre o Coiso da Nação , ele ha quem lhe chame governo , e o (ex) Partido Socialista caso ele se concretize. Serei dos que me não reconhecerei em tal documento fatídico nem reconheço no Secretário- Geral do Partido Socialista , porque embora não tenha sido seu apoiante ele não submeteu a votos o entendimento com a direita nem na 1ª nem na 2ª eleição, a legitimidade para firmar, seja o que for, com tal, malfadada, companhia. Estão a pôr o povo na rua, seja em sentido figurado, mas, pelo andar da carruagem no próprio sentido do termo “ Vós que lá do vosso império Prometeis um mundo novo Calai-vos , que pode o povo Querer um mundo novo a sério “ António Aleixo