O caminho percorrido na última década trouxe-nos a uma encruzilhada, um ponto que nos obriga a fazer escolhas. Podemos continuar em frente, insistir no mesmo caminho e garantir os escolhos que já nos vêm a afundar há algum tempo. Ou dispersar, cada um por seu caminho, e perdermo-nos no nosso próprio umbigo, atraiçoando o futuro que devemos construir para todos. Mas há outra opção! Unir as nossas forças, fazer a melhor escolha nesta encruzilhada e, nessa união, concretizar um projeto de desenvolvimento sustentável capaz de resolver, ou pelo menos atenuar, os nossos graves problemas. Todos nós, madeirenses e porto-santenses de boa-fé, sentimo-nos violentamente atacados. Sofremos na pele as diabruras do governo português ao mesmo tempo que o próprio governo da Madeira nos assa em lume brando. O poder maioritário que nos conduziu a esta situação miserável está completamente esfrangalhado. O edifício ruiu, não há pedra sobre pedra. As ruínas do PSD-M, que ainda se vão aguentando, concentram os seus esforços na defesa de impérios pessoais construídos à custa dos madeirenses. O PSD-M, esquecendo as suas responsabilidades para com os madeirenses, digladia-se entre si numa luta feroz para disputar os despojos de uma Madeira que sangra. Felizmente, o caminho da união está a ser construído. Enquanto algumas forças insistem em dividir, o exemplo da união vem ganhando dimensão e semeando esperança em vários concelhos da Madeira. O Funchal é o epicentro deste fenómeno, uma equipa de independentes liderada pelo Prof. Paulo Cafôfo e apoiada pela Coligação Mudança (PS/PND/BE/MPT/PTP/PAN) é o projeto com a dimensão e a consistência necessárias para vencer o desafio que se aproxima.

Hélder Spínola Deputado da Nova Democracia