Francisco Vicente Santos Li há dias com muita estupefacção que o FC Porto se prepara para mudar de treinador. Até aí, tudo bem, embora seja surpreendente mudar um treinador que faz uma época sem derrotas e acaba por ganhar a Liga. Com muitos casos esquisitos à volta ganhou. O que de imediato se salientou foram esses “casos esquisitos”,que ganham de repente grande relevância quando dois jogadores do Paços de Ferreira e o seu Treinador são aquisições consumadas para a próxima época. Pelo menos um desses jogadores tem o desplante e a pouca inteligencia de vir afimar à imprensa que “odeia o Benfica”. O que fica no ar é QUANDO estas contratações foram feitas, sabendo-se que houve um jogo de extrema importancia que decidiu a Liga, o Paços-Porto. A respeito deste jogo, não consegui compreender que nem treinador, jogadores ou mesmo dirigentes do Paços tivessem feito no final do jogo as devidas considerações sobre a escandalosa arbitragem de um árbitro à partida já muito suspeito. É que houve um penalty que (até no relato da Antena 1 isso foi comentado) se fora falta, e certamente não foi porque se vê o James a tropeçar nas suas próprias botas, teria sido FORA da área. Portanto, um lance que “deu” panalty, golo e expulsão de um jogador do Paços - tudo isto com mais fr 45mins por jogar!! É o que se chama 3 em 1! E perante isto foi chocante nem o Treinador, nem jogadores, nem Dirigentes, vieram no fim do jogo fazer os justificados protestos! Aqui se pergunta, e é legitima a suspeita perante o que agora se sabe: Já estariam essas contratações feitas à hora do jogo? Não consigo perceber! E já nem menciono o Record, que na sua critica à arbitragem tem a opinião de que terá havido jum penalty, esse sim, justo, por marcar contra o Porto na 2.ª parte, com o jogo em 0-1. Fica assim esta Liga não Sujinha, como alguns tão insistentemente diziam mas a CHEIRAR MAL,MESMO MUITO MAL!Quem se sentir atingido reaja, mas há dirigentes e agentes desportivos no nosso país que, num país sem corrupção, estariam nas prisões em vez de se portarem como grandes heróis e a serem como tal entrevistados nas televisões.