Rubina Moniz No passado fim de semana, houve a festa do Espírito Santo. Então o Sr. Padre entendeu de fazer uma festa para as crianças da catequese, pais e catequistas. Atenção, as crianças tinham de trazer alguma coisa de casa para partilhar. Isto tudo porque havia uma arrematação. Como queria gente, optou por fazer esta festinha. Informou as catequistas para não se preocuparem porque iria ter homens para pôr mesas na rua, e depois as catequistas punham as coisas na mesa para as pessoas se servirem. Mas isso não aconteceu. Como viram que não havia mesas, as catequistas optaram por unir as mesas ao pé das salas de catequese, porque o sr. Padre já estava na missa e nada tinha resolvido. Eu, como mãe, estava para entrar para o convívio e o Sr Padre chegou e humilhou as catequistas perante pais, crianças e restantes catequistas. Que padre temos na freguesia?! Que falta de respeito para as catequistas! Uma catequista ainda lhe pediu desculpa e ele a dizer “não quer que me ajoelho ao seu pé”. As catequistas em questão, na quinta-feira seguinte, entregaram os catequismos e deixaram de dar catequese. Agora o sr. Padre anda a dizer que não quer mais aquelas catequistas porque elas querem é mandar! Que vergonha! Estou revoltada porque elas eram catequistas da minha filha, que as adorava. Um exemplo para a igreja este Sr. Padre que não respeita ninguém e não sabe o que é pedir desculpa! Por isso cada vez mais os jovens não vão à missa. A minha filha já não vai mais à catequese.