Jorge Martins Chegou, falou e arrasou. Do modo que as pessoas entendem, pôs o dedo na ferida, despojando os incompetentes e ignorantes das suas vestes, os ressabiados dos seus, óbvios, rancores, os apequenados dos seus complexos, e o político , mais "político" em todos os maus sentidos, completamente encavacado. Nunca alguém tão bem caracterizou o aforismo " o rei vai nu "e ao maquiavélico Aníbal ( porque não tem "níbel ninhum", nunca ninguém o tinha tão claramente definido e cuja vida faria um assinalável êxito se passada a filme , serie B claro, com a cena do bolo-rei como "must", filmado à Manoel de Oliveira, 35mn e 17 s, intitulado " Um escroque do piorio". E os números, meu Deus, os números. Estes , sem qualquer dificuldade, são confirmados , confirmáveis e coincidentes, com os publicados pelo Banco de Portugal ( pós- o "sono(lento)" Constâncio ) INE e Eurostat e não os, propositadamente, burilados e aldrabados pela enxurrada de comentaristas diplomados em Economia (que mais semelha astrologia) empregados dos Patrões das televisões ou dos seus diletos amigos. Hoje por hoje, não é sequer um risco prevê-lo, a "share" do seu comentário televisivo sómente terá concorrência no do Prof Marcelo, como este, em Domingo de Páscoa, também previu e elegeu como prioritário opositor da direita, ele Marcelo é que não porque dela precisa,e assim fica aplanado o caminho de ganhar votos criticando o Governo da dita, da direita. Ah, pois é! É que ainda ninguém disse que ele, Marcelo, não queria ser candidato à Presidência da República, ou já ? Seguramente, sem terceiras leituras, nem Jorge Coelho disso se lembraria, o Primeiro-Ministro é quem, ainda que como confessou durma pouco mas bem, já anda a dormir mal, ou já não fosse suficientemente gerador de insónia aquele "meteorologista" que tem como Ministro das Finanças, (com todo o respeito com os profissionais, eu sobrinho de um emérito ex-director do Instituto Nacional de Meteorologia o Eng. Tomás Rebelo do Espírito Santo). Enfim, temos oposição ao dislate, ao disparate, à ignorância, à incompetência,ao desprezo por quem mais necessita, à subserviência à alta Finança, à mentira de sorriso cínico e deslavado. Há um animal feroz à solta na cidade. Cuidem-se meninos.