João Sousa Virou-se o feitiço contra o feiticeiro. O único importante que já tratou por "cachorros" os populares nos adros da Igreja, voltou a chamar as pessoas de "cachorros" na Nazaré. É bem claro que assistimos ao desespero arruaceiro de políticos que ao longo destes anos, incentivaram à "ruaça" que não respeitam seja lá o que for. O descontentamento popular é bem visível e ninguém deverá estar acima da lei. As investigações feitas pelo DCIAP para estes políticos que sempre ignoraram tudo, é tudo considerado (calúnias a garotices). Isto é empurrar responsabilidades graves com a barriga que outrora era maior. Estas afirmações são consideradas desrespeito pelas pessoas. Todo o político ou militante de um partido pode usufruir dos seus excessos alargados, não ultrapassando a responsabilidade e a dignidade humana. Estes Senhores governantes, ao longo de 3 décadas, parecem estar apavorados por terem de descer trinta e tal degraus e caírem no buraco. Todo o governo foi envolvido em suspeitas. Demasiado abuso de poder num caso sério que ultrapassou o inaceitável. Endividaram a Região ao máximo. Chamam os próprios colegas de partido de "chulos". Os madeirenses ficaram metidos neste buraco financeiro que nunca mais se levantam. É inaceitável que um político, por ter um cargo, ultrapasse tanto excesso. Agora escondem-se por detrás da imunidade. Quem não deve não teme porque a razão fala sempre mais alto, inclusive para a sua própria defesa. Essa (treta) de culpar Lisboa dos seus próprios atos são culpas esfarrapadas. O povo já não está aqui para isso e o povo já mostrou a sua moção de censura a este desgoverno na praça pública e até desde a altura que iam para os adros da Igreja explicar o inexplicável e chamar de "cachorros" às pessoas indignadas. Se não houvesse elementos incriminatórios graves, não vinha a público tudo o que tem vindo. Quando se cospe para o ar, por vezes cai-nos na cara. Estes políticos que processam tudo e todos e pedem indemnizações a torto e a direito ditas por militantes e dirigentes de partidos que à partida têm um direito alargado de liberdade de expressão por falarem a verdade. Esta política de fim de carreira deveria dirigir-se ao povo madeirense e pedir-lhes desculpa pela sua má governação e pelo estado que deixaram este povo madeirense sem trabalho e já muitas famílias a passar fome. Foram estas famílias que ajudaram a eleger estes políticos, por isso também são cúmplices. Todo este regime acabou nesta canalhice e é bom que saibamos de toda esta roubalheira.