Mário Mascarenhas Alencastre Termina um, começa um Novo… 2014! É a data prevista, para os nossos “Ilustres Convidados” despedirem-se, dos Portugueses. Ficam “coisas” por explicar, como: o silêncio Total da Troika – FMI, sobre a CORRUPÇÃO EXISTENTE. Esse cancro que está Destruindo a Pátria. Porque será que não há interesse/motivação, em implementar cá, o que existe na Dinamarca/Nova Zelândia (são os dois países com menor corrupção a nível mundial)?

Como cidadão e patriota, gostaria, que antes da partida da Troika, em 2014, os ” Ilustres Convidados”, fossem às várias escolas, falar com as crianças, que chegam de manhã com FOME! À periferia de Lisboa, aos que vivem em condições Infra-Humanas, de Pobreza, Sujeira, Miséria! À noite; num passeio a pé, pelos locais onde os Sem-abrigo, tentam sobreviver à chuva, ao frio, esquecidos de que são seres humanos, como nós! E sem deixar de visitar, idosos, com filhos e netos, desempregados (todos dependentes da miserável pensão do idoso - €250 a €300 euros ou pouco mais)! Levarão assim, na consciência (se a têm), o que deixam… Só Sofrimento, Lágrimas, Desespero, até Suicídios, a milhares de Portugueses, sem presente, nem futuro.

Gostaria também, que os canais de TV e não só, no Horário Nobre dos telejornais, para além do habitual, Pessoas Famosas, Ricas, Ilustres, Vencedoras, também trouxessem, o Coração, a ALMA LUSITANA, a Verdadeira Pátria, ou seja, a dar o seu Testemunho PERIODICAMENTE.

Crianças com Fome, Pessoas sem Abrigo, Idosos com Pensões Miseráveis, com várias famílias a seu encargo… etc.

É Fácil falar, de pobreza, quando Nunca se teve Fome.

È fácil falar de caridade com o dinheiro alheio.

Mostrem por favor, o que fizeram à Nossa Pátria, e ao Nosso Povo, para que um dia Ninguém Possa Dizer, como aconteceu, com os Alemães, em 1945, ao terminar a 2ª Guerra Mundial: “Nós, nunca soubemos, que estes crimes estavam a acontecer” …

Que um dia em Portugal, Ninguém com Responsabilidades, Envolvimentos nesta Tragédia Nacional, tente “sacudir a água do capote.” Será o momento, como se diz no Brasil: “Chamar os bois por seus nomes”.