Tomás Freitas, Fundador do PND O senhor José Manuel Coelho, em mais uma das suas tresloucadas atitudes de arte soviet-circense, indicou-me, vai-se lá saber por que cargas d`água, como sua testemunha num processo que o Sr. Arnaldo Matos do MRPP moveu contra aquela figura roedora, por alegadamente ter acusado o mesmo de pertencer à CIA? (note-se que o ofendido, Sr. Arnaldo Matos, do MRPP, pede 1€ de indemnização por ofensa ao bom nome)

Para cúmulo dos cúmulos, fui notificado, pelo Tribunal do 1º Juízo Criminal de Lisboa, para ser testemunha no referido processo, sem que previamente tenha havido (à semelhança de tantos outras perplexas testemunhas indicadas pelo acusado nos diversos processos que enfrenta) qualquer contacto por parte do arguido sr. Coelho. Obviamente que, mesmo que fosse, jamais aceitaria ser testemunha de um processo que desconheço, ainda para mais resultante da esperteza saloia como aquela que impregna o sangue dos labregos anarcocomunas deste país, que disparam contra tudo o que mexe.

Para que fique bem clara qual é a minha relação com essa figura de nome da família dos leporídeos, declaro que, desde o dia das eleições presidenciais, deixei de falar com o sr. Coelho devido à facada desferida pelo mesmo contra o grupo político do qual faço parte (uma espécie de Putsch de Moscou à vilhão). Mais anuncio, para que fique bem claro publicamente, que não lhe tenciono dirigir nem mais uma palavra, pois apesar de tolerar a maquiavelice de algumas traições, não suporto nem tolero traidores.

Caros leitores, não podia deixar de desabafar convosco esta minha indignação por não poder estar mais de acordo com o que disse no passado, o filosofo e político conservador, Edmund Burke: “Há um limite onde a paciência deixa de ser uma virtude”. - A minha esgotou-se!

P.S: Aproveito esta oportunidade para pedir desculpa publicamente a todas as pessoas a quem apelei para votar em José Manuel Coelho nas últimas eleições presidenciais de 2011.