Dennis Azevedo Não quero entrar em polemica nem em controvérsias mas na verdade acho que Não se deve atirar pedras quando se tem telhados de vidro! Não sei bem porque as mulheres se fazem de vitimas dos homens quando sabemos que os homens também são vitimas das mulheres. Claro que actualmente temos os números das mulheres vitimas e não dos homens por vezes por vergonha ou mesmo por ignorância !

Gostava de vós dizer, melhor perguntar quantos pais chegam a casa com um copo ou outro a mais e sofre “bulling” da mulher em frente dos filhos vizinhos e mais, imaginem você estar com os amigos na tasca perto de casa e chega a mulher faz uma “peixeirada” de todo o tamanho e lá vai o coitado p’ra casa envergonhado, pois depois do dia de trabalho só tem mesmo que ir pra cadeia que a ele se impôs no dia do casamento ou união (como queiram as senhoras).

Desculpem as senhoras ou são ignorantes ou não acreditam no que fazem ou julgam que têm o direito de bater (sentido figurado) sem consequências...

Imaginem se todos os filhos (não filhas) da Ilha da Madeira fossem à policia dizer que a mãe lhes bateu, quantas estavam na cadeia. Sou totalmente contra a agressão às mulheres, mas também sou contra aos homens. Quantos homens preferem o suicídio do que voltar pra casa? Será que estas senhoras não podem por a mão no coração e dizer ‘minha culpa, minha tão grande culpa’? Claro que não podem e sabem porquê. Foram elas que quando batiam nos filhos ao mesmo tempo ensinavam que era normal bater nas pessoas quando se está com raiva! Estou cansado de ler e ver os homens acusados de todas as barbaridades, mas esquecemos que a primeira professora da vida é a MÃE...Senhoras, venham à rua e limpem a cara por favor, até parecem o UI que nunca faz nada de errado!

Mas o que me levou a escrever hoje foi o exagero que li no site das Mulheres Unidas (UMAR), chega ao ridículo de querer mudar a palavra HOMEM em sentido figurado (que faz parte da língua Portuguesa e não só) e para meu espanto ainda vão mais longe e classificam uma música tão velha como o norte de sexista. (...)

Sabem o que dá medo? Não é o número de mortos, mas o número dos que morrem calados, sejam homens ou mulheres e crianças, isso dá medo!

As senhoras antes de abrir a boca deveriam primeiro falar com psicólogos, talvez a casa São João de Deus, tentar ver o que as mulheres fazem mesmo sendo Involuntário, mas acreditem fazem os filhos (machos) odiar o pai, perder o respeito que merecem mesmo sendo alguém com doença!

E, para acabar, não exijam lugar que não merecem sem ter a própria experiência ou a necessária. Posso vos provar: nada melhor do que trabalhar em negócios com mulheres, elas ‘comem-se umas as outras’ e por aqui fico! Pensem!