José de Carvalho Vencer nunca pode parecer um fenómeno alcançável, mas o caminho para a vitória depende de nós, tomar uma nova atitude depende de nós, vencer depende de nós, e, ao vencer os nossos temores, deixamos os nossos adversários temerosos. Vencer o medo evidente e principalmente o medo subtil, o medo do medo, depende da nossa “garra” para alcançar o voo dos sonhos. Jamais desistir no que é de mau; ao contrário, exaltar o que é de bom. Os sonhos vencem. O mundo ganha. Precisamos de amar os desafios. Precisamos de nos convencer, ainda que custe algumas derrotas, que a vida é um espectáculo imperdível. Ninguém nasce para a vitória e ninguém nasce para o fracasso, ninguém nasce para o palco e ninguém nasce para a plateia, todos nós nascemos em pé de igualdade nas capacidades e nas limitações, cabe a nós esculpir-mo-nos a nós mesmos e moldar-mo-nos para vencer, com trabalho, com esforço, com confiança e dedicação. Não há caminhos sem bloqueios, vitórias sem acidentes. Há uma certeza, a certeza de que cada ser humano possui uma história fascinante, independente dos seus erros, acertos, vitórias e derrotas. E depois sabe tão bem ouvir estas palavras dentro da nossa mente: “Preparou-se para uma grande vitória. Lutou, sentiu uma alegria arrebatadora, sorriu... Então, veio o resultado: GANHOU. VENCEU! Somos um povo tocado pelas raízes da emoção. Acreditamos sempre, donos de uma ambição positiva, contra todas as adversidades não desistimos: “os grandes navegadores deviam sua reputação aos temporais e às tempestades”. Podemos não ser muito grandes, mas encontramos toda a grandeza na nossa pequenez. Amamos o nosso país. Somos o que somos, o que queremos ser, em bom português temos a vontade do querer. Muito se sabe do nosso passado histórico, no presente e no futuro ainda há muito que descobrir ainda sobre o que somos e quem somos. Nobre povo lusitano, dizemo-lo com orgulho desenvergonhado. Portugal é um país único. Temos nos genes tudo aquilo que marca a diferença. Temos os genes dos mais corajosos e temidos guerreiros. Somos Portugal e um povo que fala uma língua, «a língua que Camões enalteceu»... Somos guitarra que chora, somos a força constante, somos Padrão Imortal, Somos Portugal!