Mil militares participam desde segunda-feira no exercício Lusitano 2013, da responsabilidade do chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, e que envolve ainda outros Departamentos do Estado, além do Ministério da Defesa Nacional, e do Serviço Regional de Proteção Civil. Ontem, o Ministro da Defesa, José Pedro Aguiar Branco, esteve na Madeira a acompanhar este exercício. O cenário do exercício, que obrigou à intervenção das Forças Armadas por determinação governamental, inclui uma ameaça transnacional no Porto Santo e uma catástrofe natural na Madeira, além de uma forte tempestade que afeta ambas as ilhas. Integra, também, o pedido de um navio conotado com uma organização criminosa para atracar no Porto Santo e, ainda nesta ilha, uma aterragem não autorizada de um avião suspeito e a tomada de assalto das infraestruturas aeroportuárias com reféns militares e civis nacionais. O exercício, que termina no dia 27, treina a projeção de forças, operação aerotransportada, desembarque anfíbio, operações especiais, tomada de objetivos, resgate de reféns e patrulhamentos. Controlo do mar, apoio logístico e sustentação, controlo aéreo, apoio à proteção civil, ajuda humanitária e cooperação civil militar são outras das ações previstas.
Helder Santos/Aspress




