A Emirates Airline bate novamente os recordes da aviação civil com uma encomenda para 150 Boeing 777X, que inclui 35 Boeing 777-8Xs e 115 Boeing 777-9Xs, direitos de compra para mais 50 aviões e 50 Airbus A380 adicionais.
Juntas, as encomendas para Boeing e Airbus, excluindo os direitos de compra, valem estimativamente 99 mil milhões de dólares, a preço de tabela. Esta é a maior encomenda de aviões alguma vez feita por uma companhia aérea civil e é também a maior encomenda anunciada pela Emirates até à data.
A encomenda de Boeing 777X é a mais valiosa encomenda na história da aviação comercial dos Estados Unidos, e a encomenda adicional de A380 estabelece a Emirates, actualmente a sua maior operadora, como a principal cliente de A380 no mundo.
Os últimos pedidos posicionam a encomenda total da Emirates em 385 aviões (excluindo opções ou direitos de compra), em que estão incluídos 214 Boeing 777s, 101 Airbus A380s, e 70 A350s, num valor total estimado em 166 mil milhões de dólares.
“O transporte aéreo é um elemento- chave no comércio mundial e previmos que a procura pelos serviços de aviação vá continuar a crescer globalmente. O que anunciamos é a continuação do nosso compromisso e da nossa visão de ligar o mundo através do nosso eficiente hub no Médio Oriente. As encomendas de aviões da Emirates, com entregas dos 777X marcadas para o início de 2020, vão levar à substituição de aviões que deixam de operar e a um fortalecimento futuro que acontecerá até 2025 e mais além”, refere o Sheik Ahmed bin Saeed Al-Maktoum Chairman and Chief Executive, do Grupo Emirates e da Emirates Airline.
“Sentimo-nos honrados pelo compromisso da Emirates com o recém-lançado 777X e o significativo impulso a longo prazo que isso proporciona às exportações e emprego nos EUA”, refere o Chairman, President e CEO da Boeing Jim McNerney. “Ao longo de muitos anos a Emirates tem sido uma parte integral da história de sucesso do 777 e opera actualmente a maior frota de 777s em todo o mundo. Estamos ansiosos por fortalecer ainda mais a nossa parceria com a Emirates e continuar a apoiar a expansão do Dubai num hub global de aviação.”
