Manuel Marinho Actualmente tenho um caso de (in)justiça entre mãos, e confrontando um desfecho menos feliz… em 31 de Maio de 2013 assinei um acordo de programa ocupacional de desempregados. Onde o primeiro outorgante era o Instituto de desemprego da Madeira, o segundo era a Instituição Mão Solidária (Banco Alimentar), Apesar de estar confortável com o serviço que desenvolvi até data, admito que possa ter cometido erros ou omissões. Mas estando num programa ocupacional de emprego, ganhando uma parcela de 373,11€ mensais, em que Região levava dois encargos para a Segurança Social, num tempo de nove meses conseguia levar cerca de 1.316,62€, fiquei revoltado, até porque fui demitido do programa pelo menos naquele dia sem justa causa, os responsáveis da “Mão Solidária” que estaria alcoolizado, o que certo nesse mesmo dia proponho-me a fazer testes de alcoolismo no centro de saúde são Roque, na PSP, e no Hospital Nélio Mendonça e no primeiro outorgante no Centro de Desemprego, onde todos eles negaram fazer esse teste, é porque viram que estava abstinente, é caso para dizer que “Mão Solidária”, tirou com a outra mão o pão de cada dia de minha pessoa. Só queria dizer a senhora presidente Dr. Fátima Aveiro e seus responsáveis, hoje faz tudo o que estiver ao teu alcance. Amanhã não sabes o que te alcançará, e poderes assim usufruir de outras Oportunidades e que futuro te dará. Siga a vida da sua imaginação ela curta convém que seja bem passada. Tenho que aceitar os outros como são para que nos possam aceitar como somos… não nos devemos fechar no castelo do silêncio. Temos que exprimir os nossos sentimentos e pensamentos… Não queria terminar esta carta do leitor sem agradecer a oportunidade que o Presidente do Emprego da Madeira Dr. Sidónio me deu e também relembrar que vai existir uma campanha de angariação de alimentos no próximo dia 31de novembro e 1 de dezembro, para a Instituição “Mão Solidária”, mas que estes sejam retribuídos a quem realmente, precise… mas a mesma instituição pôs na rua quem passa fome e vive na Madeira neste momento as maiores dificuldades e sozinho sem ninguém. Por isso, alguns teólogos opinam que, na hora da morte, Deus poderá ainda conceder a última oportunidade para voltar a ele. “Por sua decisão, feita no momento da cisão entre o tempo e a eternidade, o homem determina para sempre o seu destino (…). Também às vítimas da sociedade técnica moderna com suas mortes imprevistas, repentinas, que num átimo de tempo truncam bruscamente a vida, sem deixar qualquer momento de reparação. É verdade que pelo mundo fora há tanta “estrela” lutando pela vida, pela felicidade a que têm direito. Há muita extraordinária, que luta pela felicidade dos outros, por um mundo sem carências do essencial, um reino de paz, de alegria, de esperança e de amor fraterno, era isso que eu pensava da Instituição “Mão Solidária” e dos seus representantes. Vão ter comigo às ruas da Madeira onde vivo neste momento…