S.S. O presidente Valter decidiu, “generosamente”, distribuir mais alguns apoios antes da sua saída. Se eu fosse um cínico, diria que o Valter decidiu atirar uma última gorjeta aos seus amigos na construção civil, que têm os armazéns cheinhos de material que não conseguem escoar. Basicamente, é um subsídio de 185 mil euros (20% a suportar pela próxima vereação) ao sector da construção civil, disfarçada de caridade para com famílias carenciadas. Com santos como estes, quem precisa de pecadores?