Leitor identificado É através da história que revivemos a memória de um Povo. Foi neste dia fatídico de 9 de Outubro, de 1803, que o nosso Povo sofreu com as consequências trágicas da força da natureza. Passados 210 anos sobre este trágico diluvio, o povo de Machico, enfrenta outro aluvião de ordem religiosa, baseado na prepotência, e na arrogância de um pároco, que através dos seus autos vingativos e de maus exemplos, dividiu uma paróquia com fortes ligações à sua fé, representada na Palavra de Jesus Cristo, transmalhando um rebanho, que não se revê no seu pastor. Tudo isto acontece com a in passividade do seu superior Hierárquico, o senhor Bispo, que nos habituou a uma estratégia ensurdecedora do cobarde silêncio, como arma utilizada pelos fracos, que vão contra os princípios Cristãos, representados nos nossos tempos pelo Papa Francisco. Este pároco, é um autêntico destruidor da Fé, e das vivências e memórias de um Povo, pois vejamos: - em apenas quatro anos… - Acabou com: a festa do Espirito Santo; a Festa da Graça; a procissão da Sagrada Família em janeiro; os Baptismos ao Domingo; usou e maniatou todos aqueles que participaram nas cerimónias da visita da imagem peregrina para Humilhar o Pároco, e Povo da Paróquia da Ribeira Seca, etc. Como se isto não bastasse, expulsa o coro paroquial com 33 anos de dedicação à sua paróquia, e por vingança e arrasto, expulsa uma Banda Filarmónica com 117 anos de vida, em participar nas festas e celebridades religiosas, em que tanto fez ao longo de mais de um século, para honrar a sua Igreja e em muito particular a Honra e memória de um povo, nas cerimónias do Senhor dos Milagres, com a prestigiosa Marcha Fúnebre do saudoso maestro, José da Costa Miranda, em que pela primeira vez na sua centenária História, é impedida de participar nas suas comemorações, convidando bandas de fora para actuarem com 15 músicos, nas nossas grandiosas Procissões. E aqui vamos…… ficamos a aguardar os próximos capítulos.