Os gestores vêm no exercício físico um aliado; potência, reequilibra e reforça os aspetos físicos e psíquicos. A característica marcante é a transferência dos benefícios oferecidos pelo exercício físico ao gestor no âmbito das competências que lhe é exigida. Acrescenta competências, potenciando as volitivas, autocontrolo e criatividade, exigidas a quem gere, coordena, inova e implementa. Maior probabilidade de sucesso. O leitor poderá questionar, de que forma o exercício físico transborda para a atividade da gestão os ganhos adquiridos na atividade física? Os pilares responsáveis que sustentam essa proeza são: a cascata neuroquímica ao nível do cérebro, que atuam nos centros de decisão cerebrais, uma via direta e cristalina para atuar na decisão. Estas evidências constatam-se através da neurociência. Um fundamento desenvolvido através do treino é o facto de se lidar com o erro. Fator de extrema importância. Depois de falhar é necessário recuperar rapidamente. É imperativo compreender; que o erro faz parte do processo criativo do Homem, a história demostra-o. Não é o erro que importa mas quão rapidamente se consegue reagir, reorganizar, e recuperar. As técnicas desenvolvidas neste processo requerem, emoção, entrega, e empatia entre produtor o treinador e gestor, o praticante. Neste diálogo, treinador, praticante, produz-se um efeito, e aquando organizado, integrado e implementado traduz-se num resultado o êxito do gestor nas suas competências de gestão e decisão.

Ricardo Aguiar